Os Faróis de Mário Carneiro

“Falconetti ficava o tempo todo sentada, mas naquele filme parece que o Cinema se levantou e ficou de pé”.  Mário Carneiro sobre A Paixão de Joana D’Arc, de Carl T. Dreyer. Conheça os Faróis de Mário Carneiro, homenageado hoje (segunda) na abertura da Mostra Faróis do Cinema – Documentário Brasileiro. Tudo no blog da mostra.

Os Faróis de Jorge Bodanzky

“À primeira vista me pareceu escandalosamente simples. Mais tarde, com o filme trabalhando na minha cabeça, me dei conta de como é profundo e completo. Foi uma chacoalhada na minha alma. Deu vontade de filmar o quanto antes”. Jorge Bodanzky sobre Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo. Leia mais sobre os Faróis de Jorge…

Os Faróis de Octávio Bezerra

“Como jovem pintor, eu estava em Roma na época. Era amigo da figurinista Mimina Roveda, que por sua vez era amiga de Fellini. Ela me levou à filmagem. Lembro-me de Giuseppe Rotunno chegando ao bar e dizendo a Fellini: ‘Maestro, la luce è pronta’. E os dois trocavam de lugar”. Octávio Bezerra sobre Histórias Extraordinárias.…

Os Faróis de Sandra Werneck

“Pouco a Pouco (de Jean Rouch) é uma autocrítica à etnologia realizada por um autor que possui grande intimidade com o assunto. É um filme provocativo e lúdico, um jogo que altera nossas perspectivas, invertendo pontos de vista usuais”. Leia os comentários de Sandra Werneck sobre seus filmes-faróis no blog da Mostra Faróis.  

Os Faróis de Maurice Capovilla

“Coisa que não se faz com amigos é pedir para escolher cinco filmes em tantos aos quais a gente se ligou através dos tempos… É impossível, mas aí vão eles, porque estão profundamente ligados à minha vida. Foram peças fundamentais da minha formação de cineasta e cidadão”. Confira os Faróis de Maurice Capovilla no blog…

Os Faróis de Sylvio Back

“Como nunca vi nem vejo diferença entre documentário e ficção (onde começa um e termina o outro? e vice-versa), nem entre arte e entretenimento (quando um é outro? e vice-versa), o importante é a linguagem e a pegada moral do filme. Não seu gênero, formato ou fruição”. Conheça os Faróis de Sylvio Back no blog…

Os Faróis de Bebeto Abrantes

“O esmaecimento e a abstração das belas imagens mostram como a escassez e a ausência (de material de arquivo e do próprio personagem do doc) podem ser um poderoso aliado do documentarista”. Bebeto Abrantes sobre Ana Cristina César, de João Moreira Salles. Conheça os Faróis de Bebeto Abrantes no blog da Mostra Faróis. 

Os Faróis de Eryk Rocha

“Por acreditar num cinema épico e epidérmico. De fluxo poético, sanguíneo, cósmico, inventando novas relações espaciais-temporais entre imagem e música através da montagem”. Eryk Rocha sobre As Quatro Estações, de Artavazd Pelechian. Conheça os Faróis de Eryk Rocha no blog da Mostra Faróis.   

Os Faróis de Eduardo Coutinho

“Diretor de um só filme, provavelmente (que preste). Se julga dono do assunto, Holocausto, impõe regras. Deve ser um chato. Mas o filme é extraordinário”. Eduardo Coutinho sobre Shoah, de Claude Lanzmann. Leia o que Coutinho tem a dizer sobre seus filmes-faróis no blog Faróis do Cinema.

Os Faróis de Silvio Da-Rin

“Identificar cinco filmes-faróis não é tarefa fácil. Começo o retrospecto pelo filme que me despertou o sentimento de que o Brasil podia e devia ser levado à tela. Eu tinha 13 anos quando, no cinema Copacabana, assisti Gimba – Presidente dos Valentes, de 1963″. Leia os Faróis de Silvio Da-Rin no blog Faróis do Cinema.