O tempo e o tempo de “Central do Brasil”

CENTRAL DO BRASIL, em sua versão remasterizada em 4K, estreia hoje (30/10) na Mostra Internacional de Cinema de SP e será exibido dia 3/11 no Festival do Rio. O texto a seguir foi feito para o catálogo da Mostra paulista e consta do site oficial do filme.

A menina que podia demais

A percepção feminina, no caso de A SOMBRA DO PAI, não resulta num filme emblematicamente “feminino”. Gabriela Amaral Almeida faz um cinema ríspido, seco e desenfeitado, para o bem e para o mal.

O poder das minas

Sensível e feminista, LUNA garante seu lugar entre os melhores filmes recentes sobre as errâncias das meninas e, ainda assim, o seu poder de afirmação.

Elas não se deixaram vencer

Embora centrado na ditadura, TORRE DAS DONZELAS se projeta sobre a atualidade com uma força política semelhante à de “O Processo”. Ali estão mulheres que pegaram em armas para defender um ideal e por isso foram presas e torturadas. Nunca, porém, se deram por vencidas.

Feliz Ano Novo

DOMINGO poderia ser uma fascinante metonímia de uma burguesia decadente às voltas com sua inércia e seus pequenos vícios. Se não chega a tanto, é talvez pela estrutura quebradiça adotada.

Joana e o exílio interior

DESLEMBRO combina com maestria exposição e introspecção, o prosaico com o profundamente dolorido, a disponibilidade inocente de Joana com a gravidade de um momento histórico.