Destino: Escandinávia
Embarcando para 18 dias na Noruega, Suécia e Dinamarca.
Embarcando para 18 dias na Noruega, Suécia e Dinamarca.
Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé enchem a tela de simpatia, mas 3 OBÁS DE XANGÔ não escapa dos clichês sobre o conceito de baianidade. O documentário entra em cartaz a 4 de setembro.
O poder sugestivo das imagens de O ÚLTIMO AZUL não chegou a me convencer quanto à plausibilidade da aventura de Teresa, mesmo considerando os aportes de um realismo fantástico de baixo impacto.
Mesmo que se arrisque a tangenciar a exploração de uma comicidade etarista em SEU CAVALCANTI, Leonardo Lacca confia na afetividade para fazer do avô um personagem amorosamente pitoresco. Em cartaz a partir de 11 de setembro.
NEIRUD conta uma história de amor e de família afetiva, somada a uma crônica do circo de periferia. A narração oral, porém, não deixa margem para a imaginação ou a dedução do espectador.
O ÚLTIMO MOICANO conta uma história de violência e fuga no contexto de um ecossistema ameaçado.
Sessão Mutual Films leva um Sternberg raro e a pop art de Keiichi Tanaami ao IMS paulista.
O maior problema de A LUZ não é exatamente o absurdo de seu argumento, que bem poderia ser resolvido como comédia. Levado a sério, porém, fica próximo do ridículo.
Sem fugir ao modelão cabeças falantes + fotografias, PLACAR, A REVISTA MILITANTE faz um bom serviço de memória que também transcende a esfera esportiva.
NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE documenta as raízes da intentona da extrema direita que ameaçou de morte a democracia brasileira.
Bem narrado e interpretado, PACTO DA VIOLA arrisca-se a parecer um filme anacrônico na medida em que trata de crendices sertanejas ainda vigentes em meio a um Brasil rural em transformação.
Notas sobre os filmes NIKI DE SAINT-PHALLE (nos cinemas) e ARCHITECTON (em mostra brasiliense).
Notas sobre A MELHOR MÃE DO MUNDO e PATERNO. Duas classes sociais muito distintas, duas grandes cidades no pano de fundo, dois personagens em situação de risco, dois filmes de grande acuidade social.
Duas atrizes muito diferentes contracenam com todo o estranhamento que suas personas e personagens sugerem. A PRISIONEIRA DE BORDEAUX desenha um arco cômico-dramático envolvente, com belas surpresas no caminho.
Apesar de certas qualidades, NADA carece de substância para sua ambição metafísica. Afasta os termos do filme de terror e da ficção científica, mas não oferece muito em troca.
ALDO BALDIN – UMA VIDA PELA MÚSICA É um filme comovente, bonito de ver, de sentir, de ouvir e de refletir assim: o Brasil precisa conhecer o Brasil. Resenha de Eneida Santos.
Por baixo da trama bobinha de AMORES MATERIALISTAS corre uma subcorrente levemente satírica sobre a commoditização do amor em sociedades desenvolvidas que atuam em função de resultados.
FILHOS, drama cortado a seco na habitual dureza do cinema dinamarquês, lida com o desejo de vingança e tenta questionar a ética do público.