Moça velha

LADY BIRD: Uma filmagem desprovida de imaginação, diálogos criados somente para veicular “punch lines” de baixa densidade, uma vocação irresistível para o clichê.

Getty perdeu a orelha e Scott, o “ouvido”

Quando erra, Ridley Scott erra de mão cheia. TODO O DINHEIRO DO MUNDO se arrasta por 132 minutos gelados e sonambúlicos, sem que nada de extraordinário se revele sobre a psicologia dos personagens, já que o foco, aparentemente, seria esse.

Ação paralela

O charme e o dinamismo que Todd Haynes imprime, principalmente no segundo ato, não resiste à avalanche de equívocos despejada pelo roteiro de SEM FÔLEGO.

Francamente cômico

Do humor rasgado à comoção patética, James Franco tem em ARTISTA DO DESASTRE o seu melhor filme como diretor e uma de suas atuações menos canastronas.

Jornalismo heroico

THE POST é uma ode à liberdade de imprensa num país e numa época em que, ao contrário do Brasil de hoje, o termo não se confundia com liberdade de empresa.

A catadora e o colador

A leveza da abordagem, a maneira despojada de tratar a criação artística, a graça dos depoimentos colhidos e os limites indiscerníveis entre acaso e preparação fazem o charme de VISAGES VILLAGES.

O espinho da rosa vermelha

O filme começa pelo fim da história. As imagens da queda do muro de Berlim representam o ocaso de uma ideia de mundo dividido entre capitalistas e socialistas, ideia esta que nutriu a chama e as fantasias de toda a vida política de Luís Carlos Prestes. Quando O Velho foi realizado, o próprio Cavaleiro da…