Venezia, la bella galleria

A cada ano ímpar eu contemplava a possibilidade de conhecer a Bienal de Veneza. É a maior concentração de arte contemporânea de qualidade que se pode ver em uma única cidade. E que cidade! – ela própria uma obra de arte, se me permitem o clichê. Agora, finalmente, vou realizar esse sonho. Parto hoje (sábado) para passar uma semana na Sereníssima.

Tive como motivação adicional as 331 fotos postadas pelo meu amigo Marcello Dantas no Facebook. Depois de vê-las, disse a mim mesmo: “deste ano não passa”. Não tenho equipamento, talento nem disposição para fazer o mesmo, mas pretendo colocar algumas fotos lá no meu perfil, a depender dos humores do wi-fi veneziano.

Esta é a quarta vez que vou a Veneza, seja a passeio ou ao festival de cinema. A excitação de chegar àquele traçado de canais, pontes e palácios é sempre renovada. Há Brugges, Recife e outras “venezas” por aí, mas nada se compara àquele cenário flutuante e inspirador há mais de 20 séculos. Com a Bienal ocupando duas áreas imensas (Giardini e Arsenale), além de palácios, antigos armazéns, igrejas e áreas públicas por toda a cidade, Veneza ganha ares de galeria de arte, certamente a mais atraente do mundo.

Vou, portanto, fazer meu “cursinho” de arte contemporânea. Pretendo escrever sobre algumas obras que envolvam a imagem em movimento para a revista Portfolio, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Só devo voltar a publicar aqui depois do dia 28. Até lá.  

Na foto: Obra de Marc Quinn na Ilha de San Giorgio

2 comentários sobre “Venezia, la bella galleria

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