Um crime, dois relatos, dois filmes
Com habilidade, os dois filmes sobre o Caso von Richthofen contam duas versões de uma história intrigante sobre ambições juvenis levadas ao grau da psicopatia.
Com habilidade, os dois filmes sobre o Caso von Richthofen contam duas versões de uma história intrigante sobre ambições juvenis levadas ao grau da psicopatia.
O bem transado TREM DO SOUL traz ao Recine a história da soul music nos subúrbios cariocas.
Diante do massacre continuado que indígenas e sem terra vêm sofrendo, é reconfortante ver as duas protagonistas do documentário A MÃE DE TODAS AS LUTAS guardando a memória de suas batalhas e defendendo seus territórios com garra e determinação.
HAVA, MARYAM, AYESHA chega finalmente ao streaming, refletindo os perigos que cercam a vida das mulheres no Afeganistão.
O DIA DA POSSE abre o Olhar de Cinema com uma singela afirmação de saúde na esfera privada em meio à crise sanitária e política por que passa o país no seu plano público.
Já estão abertas as inscrições para o seminário NA REAL_VIRTUAL – Clássicos e Novos Clássicos do documentário brasileiro.
O meu site-livro PAISAGENS DO FIM será lançado online nesta segunda-feira (4/10) com um estudo sobre cenários pós-catástrofe no cinema de ficção.
Numa escola de enfermagem francesa, o documentário A CADA MOMENTO faz um retrato sensível da formação de técnicas e consciências para o trabalho sublime de salvar vidas e minimizar o sofrimento alheio.
CABRA MARCADO PARA MORRER está no streaming. O filme se articula não como tese sociológica ou exposição intelectual, mas como uma história contada unicamente por quem a viveu (ou a ela sobreviveu, gente do campo e gente de cinema).
O desempenho de Marco Ricca e um bom trabalho visual sustentam o interesse do thriller psico-policial LAMENTO.
O AMOR DENTRO DA CÂMERA: Filme sobre Conceição e Orlando Senna é o amor traduzido em cuidado e em linguagem.
Um filme de sequestro rodado no interior de um porta-malas? Em DORA E GABRIEL, o talento de Ugo Giorgetti prova que é possível – e muito bom.
O arco dramático de Lula presidente é traçado no documentário LULA LÁ: DE FORA PRA DENTRO, que está percorrendo festivais internacionais.
A Trilogia Paraíso do ultrajante Ulrich Seidl chega ao streaming: fé, esperança e amor, à sua maneira.
Considerando a pequeníssima tradição brasileira em filmes de suspense eficazes, A CISTERNA é uma boa surpresa.
Documentário sobre a suposta facada em Bolsonaro propõe a reabertura das investigações.
O documentário CASA convoca a curiosidade elementar do espectador com relação às atribulações da vida alheia, razão ora de divertimento, ora de tensa identificação vicária.
Mais do que uma parábola sobre o efeito disruptivo da modernidade na vida rural, O RIO será um pequeno estudo sobre a culpa.
MINARI – EM BUSCA DA FELICIDADE é uma dramédia gentil para a família, com os apelos sentimentais característicos do melodrama “oriental”.
A heroica defesa de uma cidade por guerrilheiros curdos é reconstituída em 100 DIAS DE RESISTÊNCIA.
Frieza, honra, culpa e sacrifício. Cada um desses elementos carimba uma das quatro histórias contadas magistralmente por Mohammad Rasoulof em NÃO HÁ MAL ALGUM.
Em busca de definições, O QUE É CINEMA? alinha fragmentos memoráveis e falas de cineastas numa espécie de filme-clipe.
Em sua sétima edição, o Festival Dobra traz panorama do cinema experimental no mundo.
O jornalista Sergio Caldieri relembra a trajetória de Dermeval Netto (1955-2021).
Minha palestra na Universidade de Fortaleza sobre o REALÔMETRO. Saiba do que se trata.
A crise das finanças gregas de 2015 vira um thriller verbal sob a batuta competente de Costa-Gavras em JOGO DO PODER. O filme estará online na Mostra Ecofalante de Cinema somente por três dias a partir das 15h de sábado (4/9).
A NUVEM ROSA é um belo exemplar de filme de gênero que foi capaz de antecipar nossas angústias atuais.
Mostra de cinema de arquitetura e urbanismo entra online. Na programação, um simpático documentário sobre Paulo Mendes da Rocha.
Em UM ANIMAL AMARELO, Felipe Bragança coaduna sua conhecida verve de prestidigitador audiovisual com a acidez anticolonialista de um diretor português como Miguel Gomes.
A insensibilidade carnal do protagonista de JUMPMAN pode ser vista como uma metáfora transversa do entorpecimento espiritual da Rússia de Putin.