A Índia sem enfeites
Com TRIBUNAL e O DISCÍPULO, a Netflix nos apresenta um grande diretor indiano, a mil léguas de Bollywood.
Com TRIBUNAL e O DISCÍPULO, a Netflix nos apresenta um grande diretor indiano, a mil léguas de Bollywood.
Maurice Capovilla deixa uma história tenaz de sobrevivência artística e uma obra que ajudou a conferir personalidade e modernidade a nossa cinematografia.
Mais que sobre Dilma, ALVORADA é um filme sobre a condição sui generis de uma mandatária restringida ao seu lugar de moradia.
Paulo Lima escreve sobre o magistral documentário STATE FUNERAL, que recolhe imagens das exéquias monumentais de Stálin.
Minissérie O MÉTODO estreia no Canal Curta! com reflexões de Carlos Nader e Eduardo Coutinho sobre fazer documentários.
Um texto e meu vídeo da viagem a Cape Town em 2011.
Perder-se na noite de TRÓPICO FANTASMA pode ser uma espécie de sonho: fragmentado, silencioso e algo enigmático.
RAIA 4, premiado em Gramado, pinta um quadro potencialmente inquietante da pré-adolescência, embora careça de consistência na personagem central.
ZANA cruza perigosamente os campos do psicológico, do sobrenatural e do social.
A ARTISTA E O LADRÃO pode ser visto como um caso complexo de amor entre pintora e modelo, mas também entre vítima e algoz.
Entre as pré-estreias da segunda semana do Festival Estação Virtual – 35 Anos de Cinema Brasileiro, comento aqui o longa documental QUEM PODE JOGAR? e os curtas CARUATÁ, WATER CLOCK e MONTE SERRAT.
Destaques entre as pré-estreias da segunda semana do Festival Estação Virtual, a matéria-prima de Guimarães Rosa, lembranças do pai João Cabral e a luta do fazendeiro Ruivaldo.
OS MORTOS NÃO MORREM é diversão para cinéfilos condescendentes e admiradores incondicionais de Jim Jarmusch.
ATLANTIS mergulha fundo nas ruínas da catástrofe ucraniana, na decepção com o resultado pífio de toda uma guerra, para dali colher uma semente de afeto.
Esse filme excepcional está no Festival Estação. Aqui, uma entrevista que fiz com Luiz Fernando Carvalho em 2001.
Parte das pré-estreias do Festival Estação Virtual – 35 Anos de Cinema Brasileiro, comento aqui dois filmes resultantes de espetáculos apresentados presencialmente antes da pandemia: OUVER e O CINEMA É MINHA VIDA.
Cinema histórico e político tem destaque entre as pré-estreias do Festival Estação Virtual – 35 Anos de Cinema Brasileiro: CARTA AO MAGRÃO, REPÚBLICA DAS SAÚVAS, SERVIDÃO e REPÚBLICA DOS MALÊS.
Mostra online de cinema suíço contemporâneo inclui como bônus NA CIDADE BRANCA, um dos filmes mais apreciados de Alain Tanner.
Megamostra incrementa atuação virtual do Circuito Estação e exibe, entre muitos outros, dois filmes sobre a falta de ar.
A estilização faz de NOTTURNO uma espécie de pantomima do estado de guerra.
Em TRAGAM-ME A CABEÇA DE CARMEN M., Catarina Wallenstein agrilhoa nosso olhar mesmo quando tudo parece não passar de um balão de gás prestes a estourar.
O documentário PROIBIDO NASCER NO PARAÍSO examina por que as gestantes de Fernando de Noronha precisam deixar a ilha para ter seus filhos.