O filme em que Otto saiu com Laerte
A CIDADE DOS PIRATAS junta a irreverência iconoclasta de Otto Guerra com a acidez política de Laerte numa enxurrada de inteligência e humor.
A CIDADE DOS PIRATAS junta a irreverência iconoclasta de Otto Guerra com a acidez política de Laerte numa enxurrada de inteligência e humor.
Um filme sobre a ideia de mudança, dinâmico e cativante do começo ao fim. Fumaça branca para Fernando Meirelles.
Como seu personagem central, Nadav Lapid também quer ser francês, fazer cinema francês.
Uma ficção no limite do experimento psico-científico e um documentário no limite da ficção
OS PRÍNCIPES foi o penúltimo opus do cinema “enragé” de Luiz Rosemberg Filho, um jorro de virulência dirigido ao espectador e a si mesmo.
FOLHAS DE VIDRO é teatro burguês dos bons, nutrido por segredos, dissimulações, manipulações e fantasmagorias no seio de uma família britânica.
A democracia tem sido posta à prova em várias partes do mundo nos últimos anos. O novo documentário de Belisario Franca faz um esforço para tentar compreender o que se passa.
Com curiosidade intelectual, mas não exageradamente acadêmica, Lúcia Nagib e Samuel Paiva se debruçaram sobre filmes de ponta da produção pernambucana e da paulista das décadas de 1990 a 2010 em busca de traços de intermidialidade.
PAPICHA é às vezes ingênuo e sentimental, mas o carisma das atrizes, o ritmo ágil e o impacto de algumas cenas contam a favor desse libelo feminista, que também é um elogio da sororidade perante a tirania.
A dor lescência
O cheiro dos pobres
MEU NOME É DANIEL: Não faltam humor, lucidez e simpatia nesse autorretrato. Com a vantagem de não fazer do filme mais uma ode à superação.
MORTO NÃO FALA poderia ter sido extraído de um conto de Edgar Allan Poe.
Tal como seu personagem, GRETA oscila entre o atrevimento da exposição corporal e a prostração de um punhado de almas sem rumo.
Longe de idealizar a classe operária, EM GUERRA expõe suas fragilidades e, no desfecho surpreendente, a volatilidade da ideia do herói.
O filme de Kleber e Juliano mostra a força da união dos fracos, que se tornam heróis de si mesmos. O blockbuster de Todd Phillips dispara um turbilhão anárquico para gestar um supervilão.
O Naturalismo Integral em FRANS KRAJCBERG: MANIFESTO e o pioneirismo de Ziraldo em A TURMA DO PERERÊ.
Sensível e feminista, LUNA garante seu lugar entre os melhores filmes recentes sobre as errâncias das meninas e, ainda assim, o seu poder de afirmação.
Rara produção da República Dominicana a chegar por aqui (em parceria com Porto Rico e Brasil), O HOMEM QUE CUIDA é um pequeno estudo sobre comportamentos de classe.
O CLUBE DOS CANIBAIS aposta na radicalização da alegoria, tanto no que diz respeito às relações sociais intra e interclasses, quanto na imposição de uma estética do contraste entre luxo e sangue.
Há uma certa ousadia nessa adaptação da novela A FERA NA SELVA, de Henry James, para uma pequena cidade brasileira: a de arriscar-se a parecer anacrônico.
DOMINGO poderia ser uma fascinante metonímia de uma burguesia decadente às voltas com sua inércia e seus pequenos vícios. Se não chega a tanto, é talvez pela estrutura quebradiça adotada.
Ninguém sabe exatamente o que vai encontrar enquanto procura por um ente querido. Os personagens de ONDE QUER QUE VOCÊ ESTEJA demonstram isso de maneira engraçada e comovente.