A Bahia traz humor e sagacidade à Mostra de Tiradentes
Notas sobre VOLTEI! e EU, EMPRESA.
Notas sobre VOLTEI! e EU, EMPRESA.
Notas sobre SUBTERRÂNEA e A MESMA PARTE DE UM HOMEM.
Notas sobre #eagoraoque, KEVIN, WON’T YOU COME OUT TO PLAY? e À BEIRA DO PLANETA MAINHA SOPROU A GENTE.
Notas sobre ROSA TIRANA e PEGA-SE FACÇÃO.
Experimentação, documentário e performance na Mostra de Cinema de Tiradentes.
Um longa da Bahia e dois curtas do Rio no segundo dia da Mostra de Cinema de Tiradentes.
OSTINATO reúne e cria tensão entre Paula Gaitán e Arrigo Barnabé
Em A JORNADA, o corte radical entre a vida no solo e a aventura no espaço ganha uma abordagem mais humana do que a habitual em filmes do gênero.
O belíssimo WOLFWALKERS é uma fábula sobre a Irlanda colonial que celebra a animação artesanal feita à mão.
A Tóquio queer dos anos 1960 se espalha no exuberantemente criativo O FUNERAL DAS ROSAS.
A VOZ SUPREMA DO BLUES passa uma visão amarga de como o racismo fazia os negros de antigamente se voltarem uns contra os outros perante a indiferença e a exploração dos brancos.
CRIP CAMP consegue a proeza de nos fazer rir e sentir à vontade diante da imagem de pessoas que se movem e se comunicam com enorme dificuldade, mas se mostram capazes de grandes conquistas.
O afegão “O Orfanato” é uma das atrações da nova plataforma de streaming Supo Mungam Plus.
Com toda sua cafonice assumida, A FESTA DE FORMATURA satiriza a canastrice da Broadway, o oportunismo de astros em decadência e o conservadorismo da América profunda.
NUNCA RARAMENTE ÀS VEZES SEMPRE talvez seja o filme mais “romeno” já feito nos Estados Unidos.
Meus filmes preferidos em 2020 num contexto de crise.
A MULHER QUE FUGIU, de Hong Sang-soo, faz um sutil comentário sobre relacionamentos, política sexual e diversidade feminina.
Notas sobre COLECTIV, AMARELO – É TUDO PRA ONTEM e SOUL – UMA AVENTURA COM ALMA
As personagens de PEQUENA GAROTA e GIRL podem ser vistas como uma só em duas fases da disforia de gênero.
CANÁRIO é uma boa comédia dramática queer com vibe musical ambientada no militarismo sul-africano da época do apartheid.
No documentário SEM DESCANSO, um bárbaro assassinato serve de mote para uma discussão sobre os fatores éticos e étnicos envolvidos na violência policial.
Entre a Nigéria e São Paulo, CIDADE PÁSSARO tece um trama misteriosa sobre a fraternidade e se distingue pela linguagem refinada.
Uma síntese do abandono, dos riscos e da luta pela Cinemateca Brasileira em 2020.
MANK é verborrágico, empostado, exibicionista… E sem alma.
Notas sobre POETISA e BENJAMIM ZAMBRAIA E O AUTOPANÓPTICO, exibidos na mostra paralela online do Festival de Brasília.
Documentário sobre Mario Carneiro ilumina o Festival de Brasília.
Festival de Brasília abre sem público presencial mas com muitas atividades online. Confira a programação e a resenha do documentário POR ONDE ANDA MAKUNAÍMA.
A fascinante história de Pierre Cardin e uma infernal fábrica de tecidos na Índia trazem imagens contrastantes da indústria de roupas no Festival Internacional de Documentários de Moda.
Bianca Dias oferece uma visão psicanalítica do cinema de Coutinho e fala da Ocupação.
Documentário MARIA LUIZA aborda o primeiro caso de uma mulher transgênero nas Forças Armadas brasileiras.