México em transe
NOVA ORDEM faz uma exploração quase obscena do conflito de classes e apresenta uma distopia política confusa.
NOVA ORDEM faz uma exploração quase obscena do conflito de classes e apresenta uma distopia política confusa.
Conciso nos recursos e arejado na forma de apresentar o personagem, SIRON – TEMPO SOBRE TELA cumpre bem a difícil tarefa de investigar um processo de criação.
A importância do material bruto e o balanço histórico retrospectivo fazem de 3 REFEIÇÕES um documento merecedor de toda atenção.
Há 14 anos o Festival Visões Periféricas mostra e estimula o audiovisual fora do centro. Este ano, acontece pela primeira vez online.
Com jeito de filme doméstico, ANJOS DE IPANEMA recolhe memórias da contracultura dos anos 1970 nas Dunas do Barato.
OLIVIA e MÃE+MÃE. Dois filmes dirigidos por mulheres e disponíveis online dão mostras de como o tema do amor lésbico era tratado na era das interdições e como é abordado na atualidade.
Notas sobre o documentário DORIVAL CAYMMI – UM HOMEM DE AFETOS e a peça virtual DORA
Em OS FILHOS DE FIERRO, Fernando Solanas associa Martín Fierro a Perón numa saga vibrante de ativismo popular. Um filme raro dos anos 1970, agora disponível online.
Festival de Cinema Baiano traz diversidade à oferta de cinema online. Leiam sobre o evento e os filmes MEMÓRIAS AFRO-ATLÂNTICAS e SOL DA BAHIA.
Em FIREBALL: MITOS, COMETAS E METEOROS, Werner Herzog vasculha os quatro cantos do mundo, mas sua curiosidade insaciável nem sempre produz obras-primas.
Dois filmes portugueses no streaming: o magnetizante e culto documentário CAMPO contrasta fortemente com a rústica ficção ALVA.
Humor fúnebre e observação dramática da perda do pai se combinam em AS MORTES DE DICK JOHNSON (Netflix).
No documentário FLORES DO CÁRCERE, ex-presidiárias retornam à prisão onde foram filmadas em 2005.
A contribuição de Julian Schnabel à expressão da subjetividade no cinema não é pequena em O ESCAFANDRO E A BORBOLETA.
Stacey Abrams é pouco mais que um chamariz, já que o eixo principal de ATÉ O FIM: A LUTA PELA DEMOCRACIA é uma história da luta pelo direito ao voto nos EUA.
Minhas impressões sobre os documentários O SAMBA É PRIMO DO JAZZ e HÁLITO AZUL.
Estreando no Festival de Berlim, A ÚLTIMA FLORESTA combina diferentes registros com naturalidade e em evidente harmonia com os parceiros indígenas.
Apesar do didatismo e de certos estereótipos, M-8 – QUANDO A MORTE SOCORRE A VIDA lança uma mirada original sobre a questão do racismo estrutural brasileiro.
O hollywoodiano RELATOS DO MUNDO e o experimental GREATER THINGS dão uma mostra da diversidade da oferta nas redes.
Para quem não pôde ver a Ocupação Eduardo Coutinho no IMS-Rio, uma cobertura fotográfica de toda a exposição.
NARDJES A., de Karim Aïnouz, é um filme sobre a massa e também sobre a consciência de uma única mulher.
Um Pelé emotivo e quase inválido é pela primeira vez questionado politicamente num filme: o novo PELÉ da Netflix.
Todos parecem amar PROFESSOR POLVO, que é mesmo cativante e transmite um afeto sincero pela vida selvagem. Mas o possível teor de fabricação do documentário me causou desconforto.
O SEU AMOR DE VOLTA e CAVALO, dois filmes que recomendo para esta quarta (24/2) na mostra de Cinema Contemporâneo do Nordeste.
Estreia mundialmente na Índia HOMEM ONÇA, o novo filme de Vinícius Reis. Chico Diaz e elenco brilham numa bela história de reinvenção da vida.
A comédia policial A QUEDA DO IMPÉRIO AMERICANO é como essas espingardas que disparam chumbo (no caso, de ironia) em várias direções. Mas são jujubas.
TIME usa um aparato cinematográfico baseado na intimidade e na emoção para contar uma saga de resiliência à americana.
Sem proselitismo nem manipulações, COLOMBIA IN MY ARMS nos dá uma visão complexa do infortúnio histórico sul-americano.
CALLADO chega ao streaming. Perfil de um homem que, para vergonha de tantos jornalistas de hoje, nunca se calou.
O excepcional documentário WELCOME TO CHECHNYA revela o perigoso trabalho de resgatar pessoas gays de um país que as tortura e mata.