Canto e luta das quebradeiras
As quebradeiras de coco de babaçu têm música e um movimento político que pouca gente conhece. O doc ENCANTADEIRAS revela.
As quebradeiras de coco de babaçu têm música e um movimento político que pouca gente conhece. O doc ENCANTADEIRAS revela.
De volta, agora no streaming, o belíssimo O MEU SÉCULO XX troca a linearidade por uma construção onírica, na qual é impossível prever o próximo lance.
Há uma certa ingenuidade na dualidade infância-velhice, mas é dos contatos entre as crianças e Jean-Pierre Léaud que brotam os momentos mais inspirados de O LEÃO DORME ESTA NOITE.
BARCO PARA LIBERDADE usa clichês do filme-denúncia para falar de trabalho escravo na Tailândia.
A performance extraordinária de Elio Germano e um trabalho impecável de sugestão visual recomendam A VIDA SOLITÁRIA DE ANTONIO LIGABUE.
O que pode fazer uma garota quando se defronta, de surpresa, com seu sugar daddy no meio de um shivá? Leia o glossário e veja por que não perder SHIVA BABY.
PUREZA, drama potente de denúncia do trabalho escravo, e O SONHO DO INÚTIL, documentário sobre um grupo de humor do Rio.
Mostra de Ouro Preto homenageia a trajetória e o talento de Chico Diaz.
O brasileiro UM DOMINGO DE 53 HORAS e o turco O ANÚNCIO retratam o triste e o patético de democracias fragilizadas.
Neste domingo vou participar de entrevista da Live do Conde com Maria Augusta Ramos, a documentarista recém-homenageada na França, inserida no cardápio da Netflix e que agora se debruça sobre a Lava Jato.
Roberto Gervitz escreve sobre BRAÇOS CRUZADOS, MÁQUINAS PARADAS, que terá exibição sábado na TVT, antecedida por entrevista com o diretor no Youtube.
NAZINHA OLHAI POR NÓS usa um dispositivo frágil para acessar as expectativas de quatro presidiários(as).
Numa proeza técnica, A BELA E OS CÃES usa nove planos sem cortes para narrar o desamparo de uma vítima de estupro na Tunísia.
Os dilemas do campo progressista são o tema de ESQUERDA EM TRANSE. Sobre isso vou participar de entrevista com o diretor Renato Tapajós na Live do Conde hoje (13/6), às 20h.
Em TEMPESTADE, duas mulheres vítimas do tráfico no México contam suas histórias numa relação incomum e ousada entre narração e imagens.
JUVENTUDE, do Djibuti, e ADÃO QUER SER UM HOMEM, da Lituânia, são marcos nos cinemas de seus países.
ALPES, do grego Yorgos Lanthimos, atende mais aos caprichos de um diretor excêntrico do que às exigências de uma história bem contada.
PREPARATIVOS PARA FICARMOS JUNTOS POR TEMPO INDEFINIDO: Não é totalmente estranho que nossa imaginação possa gestar ilusões a partir de um desejo.
Quem se lembrar de “Buena Vista Social Club” terá toda razão. Só que na Jamaica.
O documentário SAURA(S), sobre Carlos Saura, é destaque inédito na mostra Volta ao Mundo: Espanha do Belas Artes à la Carte.
OS RELATÓRIOS SOBRE SARAH E SALEEM e BLACK: Dois casais enfrentam a rivalidade entre seus grupos, em Jerusalém e nas gangues de Bruxelas.
Com TRIBUNAL e O DISCÍPULO, a Netflix nos apresenta um grande diretor indiano, a mil léguas de Bollywood.
Maurice Capovilla deixa uma história tenaz de sobrevivência artística e uma obra que ajudou a conferir personalidade e modernidade a nossa cinematografia.
Mais que sobre Dilma, ALVORADA é um filme sobre a condição sui generis de uma mandatária restringida ao seu lugar de moradia.
Paulo Lima escreve sobre o magistral documentário STATE FUNERAL, que recolhe imagens das exéquias monumentais de Stálin.
Minissérie O MÉTODO estreia no Canal Curta! com reflexões de Carlos Nader e Eduardo Coutinho sobre fazer documentários.
Perder-se na noite de TRÓPICO FANTASMA pode ser uma espécie de sonho: fragmentado, silencioso e algo enigmático.
RAIA 4, premiado em Gramado, pinta um quadro potencialmente inquietante da pré-adolescência, embora careça de consistência na personagem central.
ZANA cruza perigosamente os campos do psicológico, do sobrenatural e do social.
A ARTISTA E O LADRÃO pode ser visto como um caso complexo de amor entre pintora e modelo, mas também entre vítima e algoz.