O cinema do Quênia

Quatro filmes do Quênia estão no streaming, uma raríssima imersão no cinema daquele país. Comento aqui “Minha Vida em Nairóbi” e “Supa Modo”.

Concentrado de Macbeth

O MACBETH de Joel Coen é para ser visto como uma variação em tom menor e concentração maior. Sem muito som, nem muita fúria, mas, ainda assim, um prazer para os olhos e os ouvidos.

Imagens negociadas

Instantâneo sombrio da colonização chilena, BRANCO NO BRANCO poderia ser mais perturbador se não fosse tão escravo de seu estilo e de sua lentidão um tanto presunçosa. Filme do Chile no Oscar 2022.

Quando a casa vira cena

Em DIÁRIO DENTRO DA NOITE, Chico Diaz estreia como cineasta e dá um exemplo simples e luminoso de como transformar um trabalho cênico em depoimento pessoal inventivo e absorvente. Na Mostra de Tiradentes.

Pílulas das férias (3)

Mais pequenos comentários sobre filmes vistos durante o período de semiférias do blog: BOB CUSPE – NÓS NÃO GOSTAMOS DE GENTE, WHAT DO WE SEE WHEN WE LOOK AT THE SKY, A FILHA PERDIDA e APRESENTANDO OS RICARDOS.

London in August

Londres fervilhava em agosto de 2018. Ruas, mercados, lojas, museus e pontos turísticos estavam abarrotados de gente. Parece que se adivinhava ser aquele o penúltimo verão antes do fechamento com a pandemia. Mesmo assim, eu e Rosane abrimos nosso caminho entre as multidões, ansiosos que estávamos por rever a cidade há tantos anos não visitada.…

Ana tira Leila pra dançar

JÁ QUE NINGUÉM ME TIRA PRA DANÇAR. Documentário de Ana Maria Magalhães sobre sua amiga Leila Diniz fica disponível gratuitamente na plataforma Itaú Cultural Play dias 15 e 16 de janeiro, entre 19h00 e 23h00, em todo o país.

Crianças iranianas, Chaplin, etc

Publico aqui resenhas e pequenas notas que já tinha prontas sobre filmes que entraram nas minhas listas de preferidos de 2021: CRIANÇAS DO SOL, CHARLIE CHAPLIN O GÊNIO DA LIBERDADE, LIMIAR, A MÃO DE DEUS, NÃO OLHE PARA CIMA e O MUNDO DE GLÓRIA.

Jovens, talentosos e pretos

SUMMER OF SOUL é empolgante pelo que mostra do Harlem Cultural Festival de 1969. É também emocionante ao trazer de volta alguns artistas e espectadores para relembrar o que foram aqueles seis domingos. O filme é tudo o que se pode ambicionar como resgate de um material daquele nível.

Resistência nas montanhas do Lesoto

A nós, a protagonista de ISSO NÃO É UM ENTERRO, É UMA RESSURREIÇÃO parece um cruzamento das personagens de Sônia Braga em “Aquarius” e “Bacurau”, acrescidas de uma camada de espiritualidade.