Jogo de cena com a polícia mexicana
As práticas da polícia mexicana, entre o dever e a corrupção, estão magistralmente representadas em UM FILME DE POLICIAIS, híbrido de documentário e ficção.
As práticas da polícia mexicana, entre o dever e a corrupção, estão magistralmente representadas em UM FILME DE POLICIAIS, híbrido de documentário e ficção.
Vinte e um anos antes do nosso, os EUA tiveram o seu Carandiru. Attica reconta essa história numa narrativa excepcional a partir de recursos clássicos. Leia também sobre o média ONDE EU MORO.
Punk de esquerda? Diretores e personagem de AS FACES DO MAO são os convidados da Live do Conde neste sábado, com minha participação.
Quatro filmes do Quênia estão no streaming, uma raríssima imersão no cinema daquele país. Comento aqui “Minha Vida em Nairóbi” e “Supa Modo”.
Documentários indicados ao Oscar: ASCENSION nos transporta ao coração do neocapitalismo chinês. Um sistema montado no estímulo à máxima produtividade, à obediência absoluta e à aparência de sucesso.
Filme uruguaio vencedor de Roterdã tem montagem de Jordana Berg e uma mitopoética da tragédia indígena.
Um vídeo da minha passagem por Hoi An, um cantinho no Vietnã.
Não é sempre que vemos um filme de família com tal equilíbrio entre afeto e alguma mágoa. Sem julgar nem acusar os pais, Marcos Yoshi fez em BEM-VINDOS DE NOVO um raro trabalho de ourivesaria humana.
Estamos lançando uma campanha pela criação do Prêmio Patrícia Monte-Mor em festivais brasileiros que atuam com filmes etnográficos. Engajem-se.
Projeto de uma beleza ímpar, LIYANA mescla narração oral e animação para falar de coragem e perseverança entre crianças de um pequeno país da África.
O MACBETH de Joel Coen é para ser visto como uma variação em tom menor e concentração maior. Sem muito som, nem muita fúria, mas, ainda assim, um prazer para os olhos e os ouvidos.
Instantâneo sombrio da colonização chilena, BRANCO NO BRANCO poderia ser mais perturbador se não fosse tão escravo de seu estilo e de sua lentidão um tanto presunçosa. Filme do Chile no Oscar 2022.
O blog resgata com exclusividade um documentário de Eduardo Coutinho nunca visto desde sua exibição na TV em 1986.
Em DIÁRIO DENTRO DA NOITE, Chico Diaz estreia como cineasta e dá um exemplo simples e luminoso de como transformar um trabalho cênico em depoimento pessoal inventivo e absorvente. Na Mostra de Tiradentes.
Mais pequenos comentários sobre filmes vistos durante o período de semiférias do blog: BOB CUSPE – NÓS NÃO GOSTAMOS DE GENTE, WHAT DO WE SEE WHEN WE LOOK AT THE SKY, A FILHA PERDIDA e APRESENTANDO OS RICARDOS.
Três comentários curtos sobre filmes relacionados a Lin-Manuel Miranda.
Pílulas sobre os filmes CAROS CAMARADAS! TRABALHADORES EM LUTA, THE VELVET UNDERGROUND, PIXINGUINHA UM HOMEM CARINHOSO e PIEDADE.
Londres fervilhava em agosto de 2018. Ruas, mercados, lojas, museus e pontos turísticos estavam abarrotados de gente. Parece que se adivinhava ser aquele o penúltimo verão antes do fechamento com a pandemia. Mesmo assim, eu e Rosane abrimos nosso caminho entre as multidões, ansiosos que estávamos por rever a cidade há tantos anos não visitada.…
JÁ QUE NINGUÉM ME TIRA PRA DANÇAR. Documentário de Ana Maria Magalhães sobre sua amiga Leila Diniz fica disponível gratuitamente na plataforma Itaú Cultural Play dias 15 e 16 de janeiro, entre 19h00 e 23h00, em todo o país.
Passei doze meses sem ir a cinemas, coisa que não me acontecia desde os quatro anos de idade. Mas assisti a 347 filmes de longa-metragem na minha casa. Aqui estão os meus preferidos.
Publico aqui resenhas e pequenas notas que já tinha prontas sobre filmes que entraram nas minhas listas de preferidos de 2021: CRIANÇAS DO SOL, CHARLIE CHAPLIN O GÊNIO DA LIBERDADE, LIMIAR, A MÃO DE DEUS, NÃO OLHE PARA CIMA e O MUNDO DE GLÓRIA.
SUMMER OF SOUL é empolgante pelo que mostra do Harlem Cultural Festival de 1969. É também emocionante ao trazer de volta alguns artistas e espectadores para relembrar o que foram aqueles seis domingos. O filme é tudo o que se pode ambicionar como resgate de um material daquele nível.
Um Feliz Natal e as melhores esperanças para 2022.
A nós, a protagonista de ISSO NÃO É UM ENTERRO, É UMA RESSURREIÇÃO parece um cruzamento das personagens de Sônia Braga em “Aquarius” e “Bacurau”, acrescidas de uma camada de espiritualidade.
À falta de uma liga mais consistente, é preciso ajustar o nosso foco para os esboços de pensamento expostos em cada cena e para a beleza plástica e as derivas poéticas que SAUDADE DO FUTURO fartamente oferece.
Vanguardista no retrovisor, Julio Bressane tenta atar as duas pontas do tempo em CAPITU E O CAPÍTULO.
BARRAGEM documenta as lutas dos atingidos pelo rompimento da barragem de Mariana. Um filme contra o esquecimento.
Lô Politi alcança um patamar de solidez com SOL, misto de filme de estrada e drama familiar muito bem articulado.
MEDUSA corre o risco dos filmes concebidos com muito apetite e talvez um pouco de desmesura. Mas antes isso do que o bom comportamento de um cinema recatado e do lar.
DRIVE MY CAR reúne Murakami e Tchekhov num diálogo sutil entre vida e teatro.