Dândi, candidatas, bailarino e gatos
Notas curtas sobre A ROSA AZUL DE NOVALIS, VIRANDO A MESA DO PODER, E ENTÃO NÓS DANÇAMOS e CATS
Notas curtas sobre A ROSA AZUL DE NOVALIS, VIRANDO A MESA DO PODER, E ENTÃO NÓS DANÇAMOS e CATS
O PARAÍSO DEVE SER AQUI é engraçado e muito autoconsciente, mas não transmite uma ideia coesa do que seja, afinal, ser palestino no meio do mundo.
Um Feliz Natal e um 2020 com melhores sonhos e menos pesadelos.
UMA MULHER ALTA: Um sabor tchekhoviano não é estranho à dança de desejos e frustrações dessas duas quase irmãs.
Premiado no Festival do Rio, o doc RESSACA expõe uma face da degeneração da cultura em nosso ambiente político.
Uma lembrança de Laffitte (1963-2019) a partir de seus filmes-faróis.
Um pouco da carreira e das memórias de Nelson Hoineff (1948-2019).
A ÚLTIMA GRAVAÇÃO é um testemunho comovente da tenacidade de Sérgio Britto e da fértil relação entre uma jovem desbravadora do teatro e um titã sempre aberto a experiências radicais.
HUMBERTO MAURO é um espetáculo intenso, que coloca a obra do mestre numa vibe vertoviana muito palatável hoje em dia e chama atenção para a modernidade e a eternidade de sua cachoeira.
Como o personagem central de SINÔNIMOS, o diretor Nadav Lapid também quer ser francês, fazer “cinema francês”.
Um filme sobre a ideia de mudança, dinâmico e cativante do começo ao fim. Fumaça branca para Fernando Meirelles.
Paulo Lima resenha o documentário DULCINA, que estreou no Festival de Brasília.
A RESISTÊNCIA DE INGA retrata o medo, a intimidação e a necessidade da união para combater um sistema opressor sob a pele de um corpo social.
Notas sobre os filmes ASPIRANTES e FERNANDO.
Não basta ler os livros de Miguel Ángel Asturias e ver os filmes de Jayro Bustamante. É preciso ir uma vez na vida à Guatemala.
É uma relação de mais de 30 anos que transparece com frequência nos abraços, nos sorrisos e nas conversas entre Tetê Moraes e os personagens do seu novo documentário, FAMÍLIA DE AXÉ
UM DIA DE CHUVA EM NOVA YORK certamente não aborrece ninguém, mas deixa patente uma certa confusão de Woody Allen na representação da mulher.
As trovas que cometi durante a campanha por Lula Livre.
O IRLANDÊS: Junto ao peso taciturno dessa história contada por um velho decrépito que sofre com o desamor da filha há também um humor de tintas patéticas.
AZOUGUE NAZARÉ encena a batalha da Bíblia contra o maracatu na Zona da Mata pernambucana.
Afeto e violência andam juntos entre os personagens do documentário DIZ A ELA QUE ME VIU CHORAR.
O drama peruano RETABLO e o documentário brasileiro CINE SÃO PAULO relatam personagens que amam e herdam a atividade de seus pais.
A confusão entre ideologia e práticas de um casal branco de esquerda no filme LUTA DE CLASSES.
MEU AMIGO FELA sacode os cinemas com o afrobeat, a contestação e as contradições do músico nigeriano.
O documentário Mama Colonel mostra a forma como uma policial enfrenta a violência contra mulheres e crianças do Congo.
Brilhante em todos os aspectos, infernal na montagem e empolgante na trilha musical, PARASITA é uma parábola sobre a selvageria humana e a preponderância do acaso sobre os planejamentos.
QUANDO A TERRA TREME, média-metragem de Walter Salles, combina documento e ficção no cenário ainda devastado pelo desastre de 2015.
Estou convidando os amigos para o lançamento carioca do meu livro Sete Faces de Eduardo Coutinho nesta terça-feira, a partir das 19h, na Blooks Livraria do Espaço Itaú de Cinema, em Botafogo.
A ODISSEIA DOS TONTOS se vale dos talentos e valores a que estamos acostumados no cinema de entretenimento inteligente feito na Argentina.
PAPICHA é às vezes ingênuo e sentimental, mas o carisma das atrizes, o ritmo ágil e o impacto de algumas cenas contam a favor desse libelo feminista, que também é um elogio da sororidade perante a tirania.