Horrores do Brasil
Em artigo de 2013, Laura Loguercio Cánepa reflete sobre o filme de horror brasileiro e o legado de José Mojica Marins.
Em artigo de 2013, Laura Loguercio Cánepa reflete sobre o filme de horror brasileiro e o legado de José Mojica Marins.
Não entendo como o polonês CORPUS CHRISTI chegou até a disputa do Oscar de filme internacional.
Depois de ver o documentário NO CAMINHO DAS PEDRAS, não vamos mais caminhar pela cidade do mesmo jeito.
A animação DILILI EM PARIS é um fascinante passeio pela Belle Époque com mensagem feminista e antirracista.
Os irmãos Dardenne certamente gostariam de assinar o impecável drama sérvio CICATRIZES.
“O filme de Petra Costa reproduz na tela o essencial da escalada neofascista que há oito meses contemplamos com nojo e horror diariamente renovados”. Texto de Sergio Augusto.
Em VIVER LÁ, a câmera se mantém quase sempre muito afastada, numa postura de observação distante e experimental.
JOJO RABBIT pretende satirizar a bestialidade nazista enquanto constrói seu pequeno conto de tomada de consciência.
FAVELA É MODA mostra que, fora do mainstream branco e rico, não basta ser bonito e se vestir bem. É preciso saber pensar e projetar sua potência.
AÇÚCAR, novo filme de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, mescla gêneros para tratar da herança escravocrata na Zona da Mata pernambucana.
A maior virtude do documentário ADONIRAN – MEU NOME É JOÃO RUBINATO é trazer o compositor a um luz mais ampla e despertar curiosidade sobre ele
No fundo, trata-se de uma história de conversão. UM LINDO DIA NA VIZINHANÇA é uma hagiografia assumida, na qual Fred Rogers é retratado como um ser imune a defeitos, transpirando odor de santidade.
Um texto e meu álbum de fotos de Oaxaca, síntese histórica e cultural do México.
A DIVISÃO é uma bomba de testosterona, suor e sangue. Não há espaço para sutilezas nem aprofundamento de personagens.
“1917” sobe ao panteão dos grandes filmes de guerra não tanto pelo seu enredo, relativamente simples, mas pela façanha de sua realização e como ela transmite a tensão e o horror de estar em meio ao conflito.
O GRANDE BIZARRO e O RETRATO DA ESCURIDÃO: duas trips audiovisuais em somente duas sessões.
A meu ver, o abominável INSTINTO é uma sólida contribuição a favor da cultura do estupro.
O primeiro grande filme do ano vem de um subúrbio de Paris: OS MISERÁVEIS.
Um texto e minhas fotos dessa maravilha da Guatemala.
ADORÁVEIS MULHERES está circunscrito aos clichês de um gênero, o que não impede de reconhecer que Greta Gerwig cresceu bastante como diretora desde o fraquíssimo “Lady Bird”.
Meus comentários sobre 13 dos 15 semifinalistas ao Oscar de documentário longa-metragem.
Um texto e minhas fotos de Tikal, coração maia na selva da Guatemala, e da pitoresca cidade de Flores.
RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS um estudo sobre a mútua atração entre quem pinta e quem posa. E também um fino olhar feminino sobre a arte e o amor, no qual os homens são meros figurantes ocasionais.
Mesmo para quem acha que já viu e sabe tudo sobre a tragédia política brasileira corrente, o documentário EL ODIO reserva um bocado de interesse. O filme está na íntegra no Youtube.
Retrato energético e cativante de um menestrel moderno que chegou intacto às portas da velhice.
Minhas fotos e um texto sobre a joia colonial da Guatemala.
O FAROL: Quando o fascínio da estética e o estranhamento da fabulação finalmente se esgotam, ficamos somente com um misto de terror juvenil e literatice de época.
Os filmes de ficção e os documentários que mais me impactaram durante o ano.
No limite do dramaticamente suportável, FOR SAMA se junta a outros documentários que entram para a história do cinema com a marca trágica de Aleppo.
ATLANTIQUE, disponível na Netflix, é uma bela combinação de realismo social, história de amor, investigação policial e conto fantástico.