Cabeças cortadas
Como exemplar puro de filme de gênero, A PRINCESA DA YAKUZA poderia ser excitante se tivesse alguma consistência dramática por trás da carnificina competente.
Como exemplar puro de filme de gênero, A PRINCESA DA YAKUZA poderia ser excitante se tivesse alguma consistência dramática por trás da carnificina competente.
DORMIR ASSIM COMO SONHAR foi rodado no Japão em 1987, mas evoca duas fases anteriores da história do cinema. É um filme noir silencioso apresentado como comédia.
Exposição do Cineduc convida à imersão e à interação com os primórdios da imagem em movimento.
No livro EU QUE AMAVA TANTO O CINEMA, Marcelo França Mendes dá o seu relato pessoal, doce-amargo e bem-humorado da aventura do Circuito Estação.
Através do destino de uma família, WHITE BUILDING desenha um quadro melancólico das transformações sociais por que passa o Camboja em busca de ideais de desenvolvimento.
Resgate arqueológico do cinema iraniano pré-aiatolás, Chess of the Wind sugere um Lúcio Cardoso persa. Alegoria da decadência do Irã de Reza Pahlevi.
Um elenco de garotas incrivelmente espontâneas em cena e uma diretora de fina sensibilidade são os grandes trunfos de HISTÓRIAS DE MENINAS, produção espanhola vencedora de seis Prêmios Goya.
Minhas lembranças e meu vídeo da visita a Melbourne (Austrália), uma metrópole vistosa, simpática, elegante e – o melhor de tudo – com uma espécie de portfólio da arquitetura contemporânea.
Mostra no MAM Rio homenageia a memória de Julio Cesar de Miranda.
KING KONG EN ASUNCIÓN tem momentos memoráveis e uma dicção lírica que evoca a ancestralidade latino-americana em contraponto à rispidez e à desagregação da realidade contemporânea.
Apesar de algumas inconsistências na dramaturgia, DESERTO PARTICULAR é um filme impregnante, muito bem fotografado, montado e interpretado. Foi o escolhido brasileiro para disputar uma indicação ao Oscar de filme internacional.
É Tudo Verdade: O TERRITÓRIO, filme de encerramento.
É Tudo Verdade: QUEM TEM MEDO?
É Tudo Verdade: JFK REVISITADO – ATRAVÉS DO ESPELHO
É Tudo Verdade: ENEIDA
Amor e rejeição em família
É Tudo Verdade: O PROCESSO – PRAGA 1952
Um julgamento kafkiano, resenha por Paulo Lima.
É Tudo Verdade: BELCHIOR – APENAS UM CORAÇÃO SELVAGEM
É Tudo Verdade: VENTO NA FRONTEIRA. Resenha por Paulo Lima
É Tudo Verdade: UM JÓQUEI CEARENSE NA COREIA
É Tudo Verdade: CESÁRIA ÉVORA. A antiestrela de pés descalços, resenha por Paulo Lima.
É Tudo Verdade: RUBENS GERCHMAN: O REI DO MAU GOSTO
É Tudo Verdade: ADEUS, CAPITÃO. Vincent Carelli conta a saga de um líder gavião.
É Tudo Verdade: ULTRAVIOLETA E A GANGUE DAS CUSPIDORAS DE SANGUE. Quem vê título não vê coração
É Tudo Verdade: NAVALNY – O grande inimigo interno de Vladimir Putin.
É Tudo Verdade: ASSASSINOS SEM PUNIÇÃO. Um dossiê da impunidade dos carrascos nazistas.
É Tudo Verdade: KURT VONNEGUT: DESPRENDIDO NO TEMPO, por Paulo Lima.
É Tudo Verdade: PELE, de Marcos Pimentel. Obras de arte que se conjugam com os sentimentos da cidade.
É Tudo Verdade: O FILME DA SACADA. Exibição só hoje (domingo) online a partir de 19h.
É Tudo Verdade: O subgênero “cinema da pandemia” comparece com dois filmes no festival: o ensaístico argentino RETRATOS DO FUTURO e o registro cru brasileiro QUANDO FALTA O AR.
É Tudo Verdade: TEKOHA e SEM TÍTULO #8: VAI SOBREVIVER, de Carlos Adriano.
QUANDO FAZÍAMOS BULLYING, de Jay Rosenblatt.