A menina que podia demais

A percepção feminina, no caso de A SOMBRA DO PAI, não resulta num filme emblematicamente “feminino”. Gabriela Amaral Almeida faz um cinema ríspido, seco e desenfeitado, para o bem e para o mal.

Ladrões de cinema

Ilhas baianas e reflexividade cinematográfica aproximam projetos tão díspares quanto o documentário O OUTRO LADO DA MEMÓRIA e a ficção ILHA, exibidos no Festival de Brasília.

O poder das minas

Sensível e feminista, LUNA garante seu lugar entre os melhores filmes recentes sobre as errâncias das meninas e, ainda assim, o seu poder de afirmação.