À mesa com Scola

Mesmo sem novidades no menu, O JANTAR merece ser degustado pela doce ironia do humanista Ettore Scola. Numa de suas últimas aparições no cinema, Vittorio Gassman lidera um elenco de dar água na boca. No Festival de Cinema Italiano, online e em salas.

Recife quente

A exuberância de Kleber Mendonça Filho no trato com o cinema se sobressai nas pequenas tramas paralelas, nos episódios laterais que contribuem para o painel urbano de O AGENTE SECRETO.

Corpos negros em espetáculo

Em BRASILIANA – O MUSICAL NEGRO QUE APRESENTOU O BRASIL AO MUNDO, Joel Zito Araújo demonstra o êxito da companhia sem fugir dos aspectos controversos. No canal Curta!

Frankenstein na era dos simulacros

Em tempos de robôs assumindo o lugar dos homens e a inteligência artificial ocupando espaços antes privilégio da inteligência natural, voltar a FRANKENSTEIN ganha ares de maior atualidade.

O aristocrata do humor

Foi o autoconcedido e gozador título aristocrático que conduziu Aparício Torelly pela vida afora. E que vida, agora contada no documentário O BRASIL QUE NÃO HOUVE – AS AVENTURAS DO BARÃO DE ITARARÉ NO REINO DE GETÚLIO VARGAS. Resenha de Paulo Lima

Uma autista no espelho social

Tratando de autismo, UMA MULHER DIFERENTE não tem o diferencial que o eleve acima da média em termos de cinema, mas toca em questões delicadas da vida social em tempos de inclusão .

Festival do Rio: “La Grazia”

Em LA GRAZIA, Toni Servillo é a encarnação perfeita desse homem austero e frágil, impávido até a medula, dividido entre suas convicções e os apelos de uma sociedade que quer se mover no tempo.

Festival do Rio: “Meu Tempo é Agora”

Nos créditos finais de MEU TEMPO É AGORA, a diretora Sandra Werneck se inclui entre as personagens, mulheres hoje com mais de 70 anos e que têm coisas interessantes a dizer sobre o momento em que estão nas suas vidas. Sandra fala através delas – diversas, inteligentes e lúcidas.

Spike Lee em busca de um resgate

Spike Lee não poderia prescindir de Denzel Washington em LUTA DE CLASSES. A interpretação meio maneirista do ator dá vida a um personagem cheio de arestas imprevisíveis e que acaba compensando as fragilidades do projeto.

A revolução é uma comédia

UMA BATALHA APÓS A OUTRA é um filme dinâmico, dirigido e atuado com garra e certa graça, mas não creio que esteja no nível dos melhores filmes de Paul Thomas Anderson.