Um doce deleite

TEMPORADA é um filme encantador em muitos aspectos. A maneira como André Novais – também autor do roteiro original – constrói o arco dramatúrgico é de uma delicadeza e eficácia perfeitas.

Pelo telefone

CULPA é um exemplo correto e sóbrio de cinema de câmara, em que todo o espaço da ação só pode ser imaginado, nunca visto.

Cleo da manhã à noite

ROMA de Cuarón, vencedor do Festival de Veneza e lançado diretamente na Netflix, impressiona sobretudo pela excelência da produção, da mise-en-scène e da fotografia em preto e branco.

Depois daquele beijo

Arrisco-me a dizer que O BEIJO NO ASFALTO de Murilo Benício é a melhor das três versões cinematográficas (todas boas) já feitas da peça de Nelson Rodrigues.

O ressuscitado

Lançado diretamente na Netflix, LAZZARO FELICE é uma dessas gemas raras que o cinema de vez em quando nos oferece. Meu comentário seguido de observações de Walter Salles.

Longe do paraíso

A PRECE poderia ser comparado com velhos melodramas sobre pessoas divididas entre atender ao chamado de Deus ou ao chamado do mundo.

O velho e o novo, de novo

A peça RASGA CORAÇÃO, de Oduvaldo Vianna Filho, chega aos cinemas pelas mãos de Jorge Furtado em atualização que contempla questões de gênero, meio-ambiente e micropolítica.

Pássaros estranhos

UM SEGREDO EM PARIS quer se alinhar nesse subgênero de “gente apaixonada por livros”. Mas seu cacife é mínimo, suas feições são pálidas e seu argumento sequer se dá bem a entender.