Festival do Rio: Memória da Dor

Ao voltar-se para seus diários da época da II Guerra, quando seu marido era preso e deportado para um campo de concentração, Marguerite Duras reexamina a si mesma, sua consciência ética e afetiva.

Festival do Rio: A Quietude

O novo filme de Pablo Trapero acumula polos dramáticos exacerbados em ritmo de telenovela e se encaminha para um desfecho quase patológico no campo do relacionamento fraternal.

Festival do Rio: Túmulos sem Nome

A intenção, ao que parece, é que o filme funcione, ele mesmo, como uma cerimônia de conjuração das almas errantes para, senão apagar a dor de tantos horrores, pelo menos aplacar o trauma nacional, que um dos personagens nomeia como “o carma do Camboja”.

O tempo e o tempo de “Central do Brasil”

CENTRAL DO BRASIL, em sua versão remasterizada em 4K, estreia hoje (30/10) na Mostra Internacional de Cinema de SP e será exibido dia 3/11 no Festival do Rio. O texto a seguir foi feito para o catálogo da Mostra paulista e consta do site oficial do filme.

A menina que podia demais

A percepção feminina, no caso de A SOMBRA DO PAI, não resulta num filme emblematicamente “feminino”. Gabriela Amaral Almeida faz um cinema ríspido, seco e desenfeitado, para o bem e para o mal.

O poder das minas

Sensível e feminista, LUNA garante seu lugar entre os melhores filmes recentes sobre as errâncias das meninas e, ainda assim, o seu poder de afirmação.