Faye Dunaway, a bela difícil
O documentário FAYE – ENTRE LUZES E SOMBRAS pode não ir tão fundo quanto o inferno pessoal de Faye sugeriria, mas é um exposé bem considerável.
O documentário FAYE – ENTRE LUZES E SOMBRAS pode não ir tão fundo quanto o inferno pessoal de Faye sugeriria, mas é um exposé bem considerável.
Confiram meu vídeo-ensaio sobre cenários de catástrofes reais em filmes de ficção. Boa viagem ao fim do mundo!
EU NÃO SOU TUDO O QUE EU QUERO SER ilumina a trajetória de uma fotógrafa tcheca transgressora recorrendo apenas a suas fotos, voz e diários.
As memórias dos bailes soul ecoam entretenimento e sentido político em BLACK RIO! BLACK POWER!
OTHELO, O GRANDE: Por meio de cenas icônicas do ator em palcos e telas, tomamos conhecimento dos vários Otelos que conviviam em seu corpo miúdo.
FERNANDA YOUNG – FOGE-ME AO CONTROLE produz um caleidoscópio que sugere perfeitamente a forma de Fernanda pensar e se expressar. Uma trip arrebatadora.
FAVELA DO PAPA reconta um capítulo importante da história do Rio de Janeiro no século XX : o movimento de resistência dos moradores da então chamada Favela do Vidigal contra a ordem de remoção emitida em 1977.
Da programação do 13º Filmambiente, comento os documentários AMAZÔNIA, A NOVA MINAMATA e NÃO HAVERÁ MAIS HISTÓRIA SEM NÓS.
O CONTATO insinua um certo existencialismo indígena. Uma abordagem engenhosa de heranças culturais sendo ameaçadas e resistindo à saga dos contatos de todo tipo.
Comento o que já vi da grande mostra socioambiental que começa hoje (1/8) em São Paulo.
De grande empenho documental, LO QUE QUEDA EN EL CAMINO nos dá uma exposição crua da saga de uma família imigrante, mas não nos faz compreender muito bem o fenômeno mais geral.
FAUSTO FAWCETT NA CABEÇA faz uma imersão certeira no jeito de ser e de pensar do bardo de Copacabana.
VOTOS tem acesso a espaços restritos e à palavra de pessoas que optaram pela vida monástica. Mas evitou a esfera mais delicada.
A MÚSICA NATUREZA DE LÉA FREIRE é um misto de filme-concerto e documentário biográfico, retrato encantador de uma gigante da música instrumental brasileira. Leia também minhas notas sobre o francês DIVERTIMENTO.
No documentário FAKIR, Helena Ignez percorre duas décadas de faquirismo no Brasil, destacando astros e estrelas da arte do “jejum e tortura”.
O drama da aceitação entre pais e filhos ganha uma versão extrema em A FILHA DO PESCADOR. Leiam também uma nota sobre CARTA A UN VIEJO MASTER.
O documentário PARTIDO nos leva de volta ao período 2018-2022 em companhia de Fernando Haddad. É mais um documento daquele tempo triste e esboço de retrato de um brasileiro que nos orgulha.
Como construir uma vida orlandesca, pergunta-se o diretor de ORLANDO, MINHA BIOGRAFIA POLÍTICA. Sua opção é buscar uma narrativa coletiva que contemple as inúmeras “estações” da mudança de gênero.
LÔ BORGES – TODA ESSA ÁGUA é um perfil descontraído, mas bem concatenado, do autor de “O Trem Azul”. Reprisa nesta quarta-feira (3/7) no Canal Brasil.
Série NA TRILHA DO SOM conversa com quem faz música para filmes no Brasil. O média-metragem SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO VIGIADO põe em discussão o reconhecimento facial.
No seu livro UMA PSICANÁLISE ERRANTE, Miriam Schnaiderman mergulha na sua própria experiência de psicanalista e documentarista.
TODA NOITE ESTAREI LÁ e DISFARCE DIVINO lidam com a política de gênero das igrejas: pessoas transgênero enfrentam ou driblam interdições para professar sua fé.
Sem a preocupação de explicar Kiefer, o documentário de Wim Wenders se concentra em expor virtualmente a diversidade, a rusticidade e a dimensão colossal da obra. O filme ainda não tem data de estreia no Brasil.
Luís Ospina foi um visionário que sacudiu o bom-mocismo do documentário latino-americano de sua época. OSPINA CALI COLÔMBIA deixa um bom registro do seu legado.
Em texto exclusivo para o blog, Gianluca Cosentino conta como foi a sessão de “Lula” em Cannes e analisa criticamente o documentário de Oliver Stone.
Em MI PAÍS IMAGINARIO, Patricio Guzmán documenta os protestos de 2019 no Chile e destaca o protagonismo feminino num modelo de mobilização política inteiramente novo.
O próprio Paulo César Pereio exigiu que PERÉIO, EU TE ODEIO fosse assim: um filme que falasse mal dele.
DIÁLOGOS COM RUTH DE SOUZA ensaia perfil da grande atriz e insere fabulações místicas sobre as mulheres negras.
Um século de documentários brasileiros: o livro de Darlene J. Sadlier está a exigir uma imprescindível tradução para o português.
VERISSIMO e a crônica da vida privada do impassível Luís Fernando. Resenhas de Paulo Lima e Carlos Alberto Mattos.
DORIVAL CAYMMI – UM HOMEM DE AFETOS sai em busca das histórias de família e amizades, bem como da gênese de algumas composições clássicas.