A Tunísia que eu vi (em fotos)
Compartilho aqui os álbuns de fotos que fiz na recente viagem à Tunísia. Estão selecionadas, editadas e, em sua maioria, legendadas na plataforma Google Photos.
Compartilho aqui os álbuns de fotos que fiz na recente viagem à Tunísia. Estão selecionadas, editadas e, em sua maioria, legendadas na plataforma Google Photos.
A trama de RECEBA! é contada de modo um tanto rocambolesco, com voltas no tempo e pontos de vista distintos, em busca de um gato-e-rato à moda do Tarantino inicial.
Apesar dos muitos clichês nos diálogos sobre administração do luto e superação de perdas, Othon Bastos e Emilio Orciolo Neto têm uma interação convincente em O VOO DO ANJO.
O Brasil empobrece um bocado sem o olhar de Vladimir Carvalho. O “cabra” nos deixa, mas seus filmes e sua memória já têm sobrevivência garantida entre nós.
Na onda de true crimes que invade os cinemas e o streaming, A GAROTA DA VEZ tem virtudes acima da média, sendo um bom cartão de visitas para Anna Kendrick como diretora.
Na Mostra de SP, o resgate de AUTO DE VITÓRIA, curta híbrido que Geraldo Sarno considerava mais importante do que “Viramundo”.
De Maria Prestes a Marielle Franco, passando por Olga Benário e Dilma Rousseff, o documentário MARIAS propõe uma linhagem de bravas mulheres que representam o melhor da consciência política brasileira.
A produção senegalesa BANEL & ADAMA trata da oposição clássica entre as liberdades do amor romântico e as convenções de uma sociedade baseada nas crenças e na tradição.
Não há como negar um quê de etarismo em A SUBSTÂNCIA, nessa ideia de que o envelhecimento é algo feio e decadente, tendendo mesmo à monstruosidade.
Para tratar de assunto árido à percepção leiga, Ana Costa Ribeiro optou por poetizar o campo da Ciência. TERMODIELÉTRICO é um documentário eivado de intenções poéticas e calcado na história de sua família.
Dira Paes, em PASÁRGADA, sua primeira experiência na direção, requer do espectador uma disposição de ornitólogo para esperar que o filme “apareça”.
Uma bela imersão no imaginário yanomami e um alerta sobre o apocalipse – eis A QUEDA DO CÉU, que passa no Festival do Rio.
ASSEXYBILIDADE é um manifesto contra o capacitismo, o preconceito segundo o qual as pessoas com deficiência seriam incapacitadas para a vida – e para o sexo.
O DIA QUE TE CONHECI me pareceu partir não mais do desejo de narrar uma história, mas da intenção de explorar um método. A singeleza deixa de ser uma contingência para se tornar uma meta.
Embarcando para a Tunísia e Malta, dois velhos sonhos de viagem.
Apesar de uma montagem problemática, TERRA DE CIGANOS faz um painel colorido e sugestivo desse povo que se intitula “reis do nada” e ao mesmo tempo “perfume da Terra”. Dia 26/9 nos cinemas.
É Tudo Verdade: ANTONIO CANDIDO – ANOTAÇÕES FINAIS mostra o retrato de um homem profundamente lúcido em sua cerimônia do adeus. Resenha de Paulo Lima.
Em GOLPE DE SORTE EM PARIS, Woody Allen abusa um pouco do conceito de golpe de sorte com um misto de thriller de adultério e suspense policial. Divertimento sem muita pretensão, mas agradável.
O documentário FAYE – ENTRE LUZES E SOMBRAS pode não ir tão fundo quanto o inferno pessoal de Faye sugeriria, mas é um exposé bem considerável.
MEU CASULO DE DRYWALL é um coquetel de psicopatias que pretende falar sobre os limites da segurança e da felicidade em espaços superprotegidos e bem aquinhoados como um condomínio de luxo.
Encantadoramente singela, a animação PROIBIDO A CÃES E ITALIANOS narra uma história de imigração com o enfoque pessoal do diretor.
Confiram meu vídeo-ensaio sobre cenários de catástrofes reais em filmes de ficção. Boa viagem ao fim do mundo!
EU NÃO SOU TUDO O QUE EU QUERO SER ilumina a trajetória de uma fotógrafa tcheca transgressora recorrendo apenas a suas fotos, voz e diários.
As memórias dos bailes soul ecoam entretenimento e sentido político em BLACK RIO! BLACK POWER!
OTHELO, O GRANDE: Por meio de cenas icônicas do ator em palcos e telas, tomamos conhecimento dos vários Otelos que conviviam em seu corpo miúdo.
Catherine Deneuve estrela BERNADETTE, comédia política ligeiramente ácida que mergulha o Palácio Eliseu na chacota.
ZÉ põe em cena os dilemas de jovens que optaram pela clandestinidade para seguir na luta contra a ditadura. Tem uma abordagem intimista e momentos comoventes.
Conheçam a festiva Mérida com o vídeo que gravei por lá em 2019.
FERNANDA YOUNG – FOGE-ME AO CONTROLE produz um caleidoscópio que sugere perfeitamente a forma de Fernanda pensar e se expressar. Uma trip arrebatadora.
A VIÚVA CLIQUOT é um mercodrama de terroir indistinto.
BAILE DAS LOUCAS só se salva do naufrágio pela qualidade do elenco.