Uma esposa insatisfeita e uma viúva indulgente
Minhas notas sobre os filmes BABYGIRL e REDENÇÃO
Minhas notas sobre os filmes BABYGIRL e REDENÇÃO
Notas sobre os filmes SOL DE INVERNO e THE MOON – SOBREVIVENTE
Viajar no tempo sem sair do lugar. Os quadrinhos inusitados de Richard McGuire inspiram o longa AQUI, de Robert Zemeckis, e o curta brasileiro QUANDO AQUI, de André Novais Oliveira.
Minhas notas sobre MARIA CALLAS e O MENINO D’OLHO D’ÁGUA.
O autor de Pérola Negra transpirou música por todos os poros, e é isso que LUIZ MELODIA – NO CORAÇÃO DO BRASIL procura plasmar na tela.
Privilegiar as imagens do povo em detrimento do próprio tesouro museográfico é uma das melhores escolhas de DAHOMEY, filme que me pareceu mais modesto do que esperava.
MEU BOLO FAVORITO toca em emoções fortes e contrastantes, além de desafiar diversos tabus da representação de gente comum no Irã. Seus diretores estão sob custódia policial.
O tenso e transgressor A SEMENTE DO FRUTO SAGRADO já está nos cinemas. É provavelmente o filme mais corajoso e um dos melhores já feitos durante o regime teocrático iraniano.
Minhas impressões sobre BABY
e pílulas preguiçosas sobre UMA ALEGORIA URBANA, HISTÓRIAS QUE É MELHOR NÃO CONTAR e COMO GANHAR MILHÕES ANTES QUE A AVÓ MORRA.
O estado de coisas da Romênia está plasmado por um filtro anárquico e sarcástico em NÃO ESPERE MUITO DO FIM DO MUNDO. O pós-socialismo conferiu ao país um lugar de subalternidade, que um filme como esse pretende exorcisar por catarse.
Didaticamente, o thriller jornalístico ENCONTRO COM O DITADOR adiciona uma camada interessante ao painel histórico construído por Rithy Panh em sucessivos filmes, mas não tem o gume dos seus bons documentários sobre o genocídio do Camboja.
Um pouco da capital tunisiana pelo vídeo que gravei lá em setembro último.
Os filmes que mais amei (entre muitos) e alguns destaques do meu percurso em 2024.
Na fronteira entre o realismo live action e a transcendência das artes plásticas, CAMPONESES é uma joia que mereceria exibição em tela de cinema. Por ora, está só no streaming.
MEU BOLO FAVORITO toca em emoções fortes e contrastantes, além de desafiar diversos tabus da representação de gente comum no Irã. Seus diretores estão sob custódia policial.
Estruturando a narrativa de CERRAR LOS OJOS principalmente em 11 longos diálogos, Victor Erice propõe aqui uma meditação sobre o que somos para além dos nossos nomes, e até mesmo de nossos rostos.
Usando cenas filmadas em diferentes épocas, LEVADOS PELAS MARÉS faz um retrato impressionista da mulher chinesa e das transições do próprio país, como de praxe em Jia Zhang-ke.
A BATALHA DA RUA MARIA ANTÔNIA é uma experiência audiovisual imersiva de cair o queixo. Bem-vindos às trincheiras de 1968.
TRILHA SONORA PARA UM GOLPE DE ESTADO é um filme excessivo, no bom e no mau sentidos. Um documentário histórico ao ritmo do jazz.
Na mistura de apuro estético e jocosidade chanchadeira de MÁRIO DE ANDRADE, O TURISTA APRENDIZ, Murilo Salles nos oferece um de seus trabalhos mais instigantes – e um dos mais encharcados de música.
Dinâmico, sexy e tempestuoso, ANORA, Palma de Ouro em Cannes, vai desconstruir a história de Cinderela com o machado da tragicomédia.
Desejo a minhas leitoras e leitores um ótimo Natal e um Ano Novo bonito e guerreiro como uma garota
O que disseram do meu video-ensaio.
Em MAIS UM DIA, ZONA NORTE, Allan Ribeiro vai buscar sementes de criatividade e graça que brotam na existência comum, num dia qualquer, em qualquer ponto da cidade.
No curta EU FUI ASSISTENTE DE EDUARDO COUTINHO, uma homenagem que brinca com as escolhas do cinema.
Aventura de sobrevivência, FLOW cativa o público principalmente pelo tratamento que dá a seus bichos-personagens.
Além de nos presentear com a verve provocante das falas de Heloísa (ex-Buarque de Hollanda), O NASCIMENTO DE H. TEIXEIRA fornece um fluxo precioso de imagens da contracultura nas últimas sete décadas.
Surrealismo, sátira nacionalista à identidade canadense e tributo ao cinema iraniano se misturam em LINGUAGEM UNIVERSAL, híbrido de duas culturas tão diferentes.
Contei pelo menos seis filmes diferentes dentro de EMILIA PÉREZ. E quase todos são muito bons.
NO OTHER LAND expõe em detalhes a razão pela qual a ocupação das terras palestinas atrai e merece o repúdio mais implacável do mundo.
O curta OS MORTOS RESISTIRÃO PARA SEMPRE compartilha a mesma indignação.
TUDO QUE IMAGINAMOS COMO LUZ faz um retrato sutil e envolvente da realidade das mulheres na Índia contemporânea. Com ousadias incomuns para o cinema indiano.