O pai da nossa luz
Meu prefácio ao livro “O Criador de Imagens – A Luz Brasileira de Mario Carneiro”, de Miguel Freire
Meu prefácio ao livro “O Criador de Imagens – A Luz Brasileira de Mario Carneiro”, de Miguel Freire
Anne Fontaine é uma cineasta sensível a temas como afirmação individual e interação solidária, mas a irregularidade de sua carreira inclui pontos fracos como esse MARVIN.
O não verbal potencializa o visual, que é onde TAKARA prefere esculpir sua singela observação de um empreendimento infantil.
Hernani Heffner escreve sobre o contexto e o espírito de sua exposição “Galáxia(s) do Cinema”
YONLU e FERRUGEM tematizam a face perversa da grande rede
A Mostra Século XXI: Mulheres, Ação! reúne filmes e promove debates sobre protagonismo feminino no Rio e em São Paulo.
Bem de acordo com a personagem retratada, NICO, 1988 é rude, visceral, desorientado, cheio de elipses bruscas.
AS HERDEIRAS é um filme de câmara, quase sempre fechado num pequeno mundo poucas vezes mostrado no cinema.
Em A DESTRUIÇÃO DE BERNARDET, o velho intelectual-artista fala para a posteridade, uma posteridade indefinida e sem destinatário.
Já a partir do título, ONDE ESTÁ VOCÊ, JOÃO GILBERTO? se coloca como uma investigação fadada ao fracasso.
Como Godard e Luiz Rosemberg Filho, em SIGILO ETERNO Noilton Nunes quer simplesmente falar sobre os temas que afligem sua consciência, para isso usando os personagens e diversas citações como porta-vozes do seu próprio discurso.
Ao pinçar cenas de cunho político e comentários sociais diluídos na farândula cômico-erótica de dezenas de filmes, HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA nos mostra que a pornochanchada às vezes falava sério.
Em MISSÃO 115, Silvio Da-Rin deixa mais uma vez patente sua habilidade em dissecar a História pela boca de quem a conhece tanto ou mais que ele.
O que BENZINHO nos oferece é um filme feito evidentemente com amor e cuidado, desses que não dá pra fazer às pressas.
O doc TUDO É IRRELEVANTE, HÉLIO JAGUARIBE tem profundidade intelectual e mau gosto estético.
CAFÉ COM CANELA tem sabor baiano e simpatia universal
O delicioso SEMENTE DA MÚSICA BRASILEIRA passa nesta segunda (20/8) no Cineclube Ricamar.
COMO É CRUEL VIVER ASSIM: comédia que destoa da vulgaridade e improvisação dominantes no cinema brasileiro corrente e se destaca pela concepção e realização inteligentes.
UNICÓRNIO faz “transpropriação” de Hilda Hilst para o cinema. Ninguém filma como Eduardo Nunes no Brasil
Contradições não faltam em COMO FOTOGRAFEI OS YANOMAMI. Entre os índios e do filme em relação a eles.
Por mais esmerado que seja na realização, O GRANDE CIRCO MÍSTICO falha, porém, em criar uma liga entre seus muitos fragmentos.
Joaquim Phoenix é o grande atrativo de VOCÊ NUNCA ESTEVE REALMENTE AQUI, thriller narrado em estilhaços.
Em TESNOTA, tudo o mais vira pano de fundo para o desenho da personalidade angustiada e efervescente de Ilana, vivida com rara intensidade pela atriz novata Darya Zhovnar.
Em O ANIMAL CORDIAL, a violência, o sangue e o sexo perdem o valor de realidade e assumem a feição de um ritual dos corpos, algo que flutua entre a cerimônia indígena e o delírio psicótico.
14 dias na Inglaterra para me desintoxicar um pouco do Brasil.
Meu texto sobre DOSSIÊ RÊ BORDOSA publicado no livro “Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais”
Os recursos de representação produzem momentos de extrema plasticidade que contribuem para o clima hipnótico de HILDA HILST PEDE CONTATO.
As soluções para cada módulo de CAFÉ passam por clichês de tomada de consciência e regeneração capazes de levar um diabético à emergência hospitalar.
Grotowski encontra Bergman em BAR PLANETÁRIO BERGMAN, a nova peça dirigida por Celina Sodré.
LÁMEN SHOP é mais um filme no gênero da culinária sentimental. Cresce um pouco ao refletir as rivalidades entre Cingapura e Japão.