Festival do Rio 2023: O Coro do Te-Ato e Eu Sou Maria
O CORO DO TE-ATO relembra a caravana de Zé Celso que afrontou a ditadura. EU SOU MARIA dramatiza a discriminação a bolsistas em escolas privadas.
O CORO DO TE-ATO relembra a caravana de Zé Celso que afrontou a ditadura. EU SOU MARIA dramatiza a discriminação a bolsistas em escolas privadas.
As memórias dos bailes soul em BLACK RIO! BLACK POWER! e de uma indígena desgarrada em YÃMÎ YAH-PÁ – FIM DA NOITE.
DOIS SERTÕES flagra Geraldo Sarno (1938-2022) às voltas com o processo de filmagem e com as bases filosóficas que alimentavam sua criação.
RIO DA DÚVIDA no Festival do Rio: a expedição Rondon-Roosevelt é revivida pelo talento do cineasta Joel Pizzini.
Considerando a extensão da obra de Nelson e a necessidade de um recorte, só podemos nos deleitar com essa síntese feita com carinho e admiração.
Como construir uma vida orlandesca, pergunta-se o diretor de ORLANDO, MINHA BIOGRAFIA POLÍTICA. Sua opção é buscar uma narrativa coletiva que contemple as inúmeras “estações” da mudança de gênero.
O que fazer quando a gravidez aponta para a morte, em vez da vida? Eliza Capai abre sua intimidade e busca outras mulheres para tratar dessa questão no documentário INCOMPATÍVEL COM A VIDA.
MARINHEIRO DAS MONTANHAS e NARDJES A., dois filmes de Karim Aïnouz chegam juntos aos cinemas. Escrevi sobre eles.
Num estúdio de Los Angeles, em 1974, Jom Tob Azulay e o fotógrafo Fernando Duarte captaram a dinâmica trepidante entre Elis Regina e Tom Jobim enquanto gravavam o álbum magistral Elis & Tom. O filme, inédito por quase 50 anos, chega enfim aos cinemas.
Em texto publicado aqui em primeira mão, o crítico, curador, programador e cineasta Sergio Moriconi lança a RETRATOS FANTASMAS um olhar de longo alcance, abordando tradições culturais e artísticas de Recife.
Ontem (12/9) o Irã comemorou o Dia Nacional do Cinema em reconhecimento ao impacto causado pelos filmes do país após a Revolução Islâmica. Para marcar a data, publico minhas impressões sobre SILENT HOUSE, filme exibido no festival É Tudo Verdade deste ano.
Em CODINOME CLEMENTE, um comandante da luta armada dá sua visão desassombrada e sem remorsos do combate à ditadura pós-1964.
O filme de Eva Vitija revela não só o universo de uma grande escritora, para quem a literatura era “um substituto de vida”, mas também de uma época. Resenha de Paulo Lima.
ANDANÇA tem o mérito inegável de trazer a público os materiais coletados por Beth Carvalho com sua câmera. CAFI esboça o caráter de um dos fotógrafos mais amados pelos artistas brasileiros.
Uma energia muito boa pulsa na maneira de filmar e montar as cenas de PARA ONDE VOAM AS FEITICEIRAS, mas não afasta o risco da caricatura e da diluição da política.
Pai e esposa de Assange estão à frente de ITHACA – A LUTA DE ASSANGE, documentário que faz a defesa de Julian sem estardalhaço editorial.
Yanomamis, guaranis e outras nações apresentam seus novos filmes no festival paulista com algumas opções online.
A Academia Brasileira de Cinema festeja Vladimir Carvalho com uma homenagem e um livro.
AS TRÊS VIDAS DE FRIEDA WOLFF transcende o mero interesse étnico e, apesar de sua modéstia formal, diz bastante sobre o amor pela pesquisa e um percurso singular no âmbito da imigração.
A rigor, RETRATOS FANTASMAS não trata de assuntos novos. Ainda assim, o filme-ensaio de Kleber Mendonça Filho nos chega com um frescor extraordinário porque dribla o óbvio e se sustenta na inteligência do realizador.
“Eu me filmo, logo existo”. AZNAVOUR POR CHARLES conta a vida de um homem que queria ver/filmar tanto quanto era visto, ouvido e admirado.
AS QUATRO IRMÃS é capaz de encantar com a dinâmica da família de Vera Holtz, a verve de um diretor criativo e a imersão na personalidade de uma grande atriz.
IMPERMANÊNCIA é uma ótima introdução à figura carismática de Márcio Cunha e sua dança visceral. Estreia na Mostra Cavídeo 26 Anos.
Quase 60 anos depois, um documentário revisita as locações do clássico português “Os Verdes Anos”. Seria um belo ensaio sobre permanência e transformação caso as imagens de hoje fossem justapostas às cenas do filme de Paulo Rocha.
MÁQUINA DO DESEJO é um belo esforço de pesquisa e montagem que traz a história do Teatro Oficina sem ceder ao didatismo.
A plataforma gratuita SESC Digital está disponibilizando até 13 de agosto os três documentários realizados por Evaldo Mocarzel, entre 2002 e 2008, com pessoas à margem da sociedade dita organizada. Reproduzo abaixo os textos que produzi sobre cada um dos filmes em suas respectivas épocas.
Notas curtas sobre a série O CASO ESCOLA BASE e o longa A ESPERA DE LIZ.
O nome de Walter Lima Jr. na direção, juntamente com Dario Menezes, desperta a atenção para o documentário de longa metragem RIO, DO BARROCO AO CONTEMPORÂNEO – UM MUSEU A CÉU ABERTO
Marcelo Pedroso lança, primeiro no Nordeste, a versão remontada de POR TRÁS DA LINHA DE ESCUDOS, seu polêmico documentário sobre a tropa de choque de Recife.
DIREITO DE SONHAR é um filme forte e comovente ao reunir a infância e a arte como antídotos à realidade dura de uma cidade que há muito deixou de ser maravilhosa.