Escolares: Maria no Brasil, Minata no Japão
Minhas anotações sobre o brasileiro EU SOU MARIA e o japonês MONSTER.
Minhas anotações sobre o brasileiro EU SOU MARIA e o japonês MONSTER.
Diante da pluralidade de temas e dispositivos, prefiro destacar o deslocamento como fator preponderante na obra de Jonathas de Andrade.
Descontada a lorota fundamental de conciliação entre ricos e pobres, a comédia francesa MEU NOVO BRINQUEDO pode divertir ocasionalmente.
DE VOLTA À CÓRSEGA é um melodrama, sem dúvida, mas esculpido com perícia e atenção à matéria social por trás das ações.
A força da fé, o instinto materno, as liberdades da fábula e algumas incongruências se combinam em O PEQUENO CORPO.
Marise Farias soube equilibrar sua enunciação pessoal com o resto do material, sem deixar que ROBERTO FARIAS – MEMÓRIAS DE UM CINEASTA se tornasse um mero exercício de admiração filial.
Notas rápidas sobre ATIRARAM NO PIANISTA, SAMSARA e O ASSASSINO.
Duas mulheres criadoras. Dois países em deriva de extrema-direita. Uma correspondência audiovisual movida pela inquietação e grávida de transformações. Assim é VAI E VEM.
Meus vídeos de Ávila, Salamanca e Segóvia, joias do patrimônio histórico, cultural e arquitetônico da Espanha.
Considerando a extensão da obra de Nelson e a necessidade de um recorte, só podemos nos deleitar com essa síntese feita com carinho e admiração em NELSON PEREIRA DOS SANTOS – VIDA DE CINEMA.
Um casal em disputa por visibilidade faz uma ilustração extrema das perversões da vaidade contemporânea em DOENTE DE MIM MESMA. Na plataforma Mubi.
A partir de ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES, Sérgio Moriconi analisa o lugar de Martin Scorsese no cinema estadunidense, de independente a quintessência da produção hollywoodiana.
O talento de Vera Holtz brilha de maneira especial em TIA VIRGÍNIA, filme que exala simpatia e acidez para com as relações familiares quando elas se tornam nós em vez de laços.
Depois de sair da Semana da Crítica de Cannes com o prêmio da crítica internacional (Fipresci), LEVANTE, longa de estreia de Lillah Halla, abre hoje (8/11) a 31ª edição do Festival Mix Brasil.
O documentário GAZA fornece um retrato daquele pequeno pedaço do mundo em 2018, quando os escombros ainda não eram a maior parte da paisagem.
Os dois primeiros filmes de Paulo César Saraceni tematizam programação comemorativa na Cinemateca do MAM-RJ com doc inédito. A Netflix estreia documentário sobre Sylvester Stallone.
MUSSUM, O FILMIS é um trabalho, sem dúvida, apaixonado pelos personagens e pela história, mas um tanto apegado ao modelo de encenação televisivo e carregado no sentimentalismo.
Sergio Moriconi escreve sobre ALMA VIVA, “um dos mais belos filmes portugueses dos últimos anos”, e desvenda a triste sorte dos imigrantes lusitanos na França.
Em LEONORA, ADEUS, seu primeiro filme sem o irmão Vittorio, Paolo Taviani faz conexões aleatórias e peca no ritmo, mas deixa marcas inconfundíveis.
PELE, de Marcos Pimentel, descortina obras de arte que se conjugam com os sentimentos da cidade.
NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO é o filme de maior impacto visual e sonoro do casal Borges-Niedermeier.
Candidato certo a uma indicação para o Oscar de documentário, O TÚNEL DE POMBOS cria uma espécie de jogo de espelhos que traduz bem a imponderabilidade do personagem John Le Carré.
Minhas anotações sobre os filmes DAVID CONTRA OS BANCOS e LOBO CÃO.
Acabei de editar meu vídeo do passeio pelo Tâmisa até o Observatório Real de Greenwich, em 2018, com uma homenagem a Terence Davies.
Enfim, um grande filme. Indicado ao Oscar pelo Irã, TERCEIRA GUERRA MUNDIAL é uma parábola magnífica sobre a transformação de um Zé Ninguém em carrasco, tendo o cinema como vilão. Gratuito na plataforma Sesc Digital.
O editor, professor e crítico de teatro Jacó Guinsburg desfia suas memórias nesse documentário austero de Evaldo Mocarzel
O documentário VERSUS faz um retrato suave de Ken Loach, o cineasta mais engajado da Grã-Bretanha. De graça na plataforma Sesc Digital.
Em CONTO DE FADAS, as “estrelas” são Hitler, Stálin, Mussolini e Churchill, todos revividos (melhor seria dizer remortos) pela tecnologia deepfake como fantasmas da história.
O tom de SOFTIE é dado pela interpretação esquiva de Aliocha Reinert, dimensionando bem o sofrimento do garoto diante de sentimentos que não sabe administrar.
Uma exposição brasileira na Inglaterra da II Guerra tem sua história levantada no excelente documentário ARTE DA DIPLOMACIA.