Amizade nas alturas

As mulheres têm um lugar quase apenas decorativo em AS OITO MONTANHAS, pois não há espaço para elas em tal elogio do afeto e do ethos masculino.

Cineduc: Ensinando a produzir sentido

Neste sábado, 2 de setembro, a incansável Marialva Monteiro lança seu livro Cineduc – História e Memória, que aborda mais de 50 anos de vivências nessa instituição que ela ajudou a criar e tornar imprescindível. Eu tive a honra e o prazer de assinar o prefácio.

O ouro do rap

A forte trajetória do rapper e mega-empresário Giwar Hajabi aparece em RHEINGOLD comprometida por um roteiro descosido e cheio de lugares comuns.

Jornada de nada

DISCO BOY: CHOQUE ENTRE MUNDOS é uma embromação da má consciência europeia em relação aos imigrantes. Um filme obscuro e vazio, com um roteiro que não se sustenta em pé.

Trânsitos afetivos nos vácuos do tempo

DEPOIS DE SER CINZA é um curioso drama relacional passado entre o Brasil e a Croácia. Tem muitas qualidades a contrapor a um certo esvaziamento dramático. No mesmo artigo, uma nota sobre 7 CAIXAS, uma joia do cinema paraguaio.

Vera à vera

AS QUATRO IRMÃS é capaz de encantar com a dinâmica da família de Vera Holtz, a verve de um diretor criativo e a imersão na personalidade de uma grande atriz.

Homenagem cifrada a um clássico

Quase 60 anos depois, um documentário revisita as locações do clássico português “Os Verdes Anos”. Seria um belo ensaio sobre permanência e transformação caso as imagens de hoje fossem justapostas às cenas do filme de Paulo Rocha.

A boneca, a celulite e a morte

Por mais que os enunciados feministas sejam claros e o deboche da masculinidade seja divertido, a mercomédia BARBIE não consegue esconder seu contorcionismo para que a boneca apareça como símbolo de empoderamento feminino.