Natal com Papai Noel e Dolores Duran
Notas sobre a aventura infantil UMA CARTA PARA PAPAI NOEL e o documentário DOLORES DURAN – O CORAÇÃO DA NOITE
Notas sobre a aventura infantil UMA CARTA PARA PAPAI NOEL e o documentário DOLORES DURAN – O CORAÇÃO DA NOITE
PROPRIEDADE é mais um potente filme pernambucano a dramatizar as heranças escravagistas e colonialistas brasileiras, levando a luta de classes a uma literalidade hiperbólica.
Pode não ser um novo “F for Fake”, mas UMA HISTÓRIA DE FAMÍLIA tem um bocado a dizer sobre a confusão cada vez maior entre o falso e o verdadeiro, entre o real e seus simulacros.
Ensaio publicado originalmente no suplemento Folhetim da Folha de S. Paulo, em 22.7.1984, agora revisto e atualizado, e que serviu de base para minha palestra na mostra “Herzog Além das Margens”
Notas sobre os documentários ENCONTRANDO GORBACHEV e NÔMADE: NOS PASSOS DE BRUCE CHATWIN, que passam amanhã (16/12) na mostra Herzog Além das Margens.
PUAN tem a dinâmica narrativa e a perícia de encenação a que nos acostumamos no melhor cinema argentino. O brasileiro FIM DE SEMANA NO PARAÍSO SELVAGEM combina bem mistério policial e crítica social.
A mostra HERZOG ALÉM DAS MARGENS traz 30 filmes de um dos cineastas mais extraordinários do nosso tempo.
O PAÍS DA PORNOCHANCHADA traz de volta cenas capazes de nos divertir ao mesmo tempo que nos constrangem. DIÁRIO DE UMA ONÇA é curioso exemplar brasileiro de “mundo animal”.
Em texto especial para o meu blog, Sérgio Moriconi aborda FOLHAS DE OUTONO em relação com a obra de Kaurismäki e com a situação econômica da Finlândia. No contraponto, um pequeno comentário meu.
Meus comentários a respeito de NADA SOBRE MEU PAI, de Susanna Lira, e ALMAS GÊMEAS, de André Téchiné.
Marise Farias soube equilibrar sua enunciação pessoal com o resto do material, sem deixar que ROBERTO FARIAS – MEMÓRIAS DE UM CINEASTA se tornasse um mero exercício de admiração filial.
O maior achado arqueológico do cinema brasileiro dos últimos tempos chega ao Rio: AMAZONAS, O MAIOR RIO DO MUNDO. Saiba tudo sobre o assunto.
É bem provável que a maioria de nós saia de PACIFICTION sem perceber muito bem o que se passou. No entanto, como é bonita a viagem!
O argumento potente e o elenco em ponto de bala credenciam PEDÁGIO, mas o roteiro demandaria mais “eletricidade” para revelar seu potencial.
Minhas anotações sobre o brasileiro EU SOU MARIA e o japonês MONSTER.
Diante da pluralidade de temas e dispositivos, prefiro destacar o deslocamento como fator preponderante na obra de Jonathas de Andrade.
Descontada a lorota fundamental de conciliação entre ricos e pobres, a comédia francesa MEU NOVO BRINQUEDO pode divertir ocasionalmente.
DE VOLTA À CÓRSEGA é um melodrama, sem dúvida, mas esculpido com perícia e atenção à matéria social por trás das ações.
A força da fé, o instinto materno, as liberdades da fábula e algumas incongruências se combinam em O PEQUENO CORPO.
Marise Farias soube equilibrar sua enunciação pessoal com o resto do material, sem deixar que ROBERTO FARIAS – MEMÓRIAS DE UM CINEASTA se tornasse um mero exercício de admiração filial.
Notas rápidas sobre ATIRARAM NO PIANISTA, SAMSARA e O ASSASSINO.
Duas mulheres criadoras. Dois países em deriva de extrema-direita. Uma correspondência audiovisual movida pela inquietação e grávida de transformações. Assim é VAI E VEM.
Considerando a extensão da obra de Nelson e a necessidade de um recorte, só podemos nos deleitar com essa síntese feita com carinho e admiração em NELSON PEREIRA DOS SANTOS – VIDA DE CINEMA.
Um casal em disputa por visibilidade faz uma ilustração extrema das perversões da vaidade contemporânea em DOENTE DE MIM MESMA. Na plataforma Mubi.
A partir de ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES, Sérgio Moriconi analisa o lugar de Martin Scorsese no cinema estadunidense, de independente a quintessência da produção hollywoodiana.
O talento de Vera Holtz brilha de maneira especial em TIA VIRGÍNIA, filme que exala simpatia e acidez para com as relações familiares quando elas se tornam nós em vez de laços.
Depois de sair da Semana da Crítica de Cannes com o prêmio da crítica internacional (Fipresci), LEVANTE, longa de estreia de Lillah Halla, abre hoje (8/11) a 31ª edição do Festival Mix Brasil.
O documentário GAZA fornece um retrato daquele pequeno pedaço do mundo em 2018, quando os escombros ainda não eram a maior parte da paisagem.
Os dois primeiros filmes de Paulo César Saraceni tematizam programação comemorativa na Cinemateca do MAM-RJ com doc inédito. A Netflix estreia documentário sobre Sylvester Stallone.
MUSSUM, O FILMIS é um trabalho, sem dúvida, apaixonado pelos personagens e pela história, mas um tanto apegado ao modelo de encenação televisivo e carregado no sentimentalismo.