“Brasileiros” da África abrem mostra Aída Marques
Uma exposição, 11 filmes e dois novos livros povoam a Ocupação Aída Marques no Estação Net Rio.
Uma exposição, 11 filmes e dois novos livros povoam a Ocupação Aída Marques no Estação Net Rio.
Notas sobre o documentário NOITE E DIA – LIMA BARRETO, OBRA & VIDA e a plataforma audiovisual da Fiocruz.
Com um excelente trabalho de roteirização documental, SERVIDÃO parte de um enfoque histórico da escravidão no Brasil e envereda pelo sistema que se perpetuou até os nossos dias.
Notas sobre SEGREDOS DE UM ESCÂNDALO, de Todd Haynes, e PRAIA DA SAUDADE, de Sinai Sganzerla.
AFEGANISTÃO: A RETIRADA acompanha os últimos meses da convivência de estadunidenses e soldados afegãos, bem como a desolação de um general e seus homens ao se verem abandonados pelos ocidentais. Filme pré-indicado ao Oscar de documentário de 2023.
NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE: É uma pena que esse novo documentário de Sandra Kogut não esteja sendo exibido agora no aniversário do 8 de janeiro. Ali estão as raízes da intentona da extrema direita que ameaçou de morte a democracia brasileira.
Notas sobre os documentários ENCONTRANDO GORBACHEV e NÔMADE: NOS PASSOS DE BRUCE CHATWIN, que passam amanhã (16/12) na mostra Herzog Além das Margens.
O PAÍS DA PORNOCHANCHADA traz de volta cenas capazes de nos divertir ao mesmo tempo que nos constrangem. DIÁRIO DE UMA ONÇA é curioso exemplar brasileiro de “mundo animal”.
Meus comentários a respeito de NADA SOBRE MEU PAI, de Susanna Lira, e ALMAS GÊMEAS, de André Téchiné.
Marise Farias soube equilibrar sua enunciação pessoal com o resto do material, sem deixar que ROBERTO FARIAS – MEMÓRIAS DE UM CINEASTA se tornasse um mero exercício de admiração filial.
O maior achado arqueológico do cinema brasileiro dos últimos tempos chega ao Rio: AMAZONAS, O MAIOR RIO DO MUNDO. Saiba tudo sobre o assunto.
Marise Farias soube equilibrar sua enunciação pessoal com o resto do material, sem deixar que ROBERTO FARIAS – MEMÓRIAS DE UM CINEASTA se tornasse um mero exercício de admiração filial.
Notas rápidas sobre ATIRARAM NO PIANISTA, SAMSARA e O ASSASSINO.
Duas mulheres criadoras. Dois países em deriva de extrema-direita. Uma correspondência audiovisual movida pela inquietação e grávida de transformações. Assim é VAI E VEM.
Considerando a extensão da obra de Nelson e a necessidade de um recorte, só podemos nos deleitar com essa síntese feita com carinho e admiração em NELSON PEREIRA DOS SANTOS – VIDA DE CINEMA.
O documentário GAZA fornece um retrato daquele pequeno pedaço do mundo em 2018, quando os escombros ainda não eram a maior parte da paisagem.
Os dois primeiros filmes de Paulo César Saraceni tematizam programação comemorativa na Cinemateca do MAM-RJ com doc inédito. A Netflix estreia documentário sobre Sylvester Stallone.
PELE, de Marcos Pimentel, descortina obras de arte que se conjugam com os sentimentos da cidade.
Candidato certo a uma indicação para o Oscar de documentário, O TÚNEL DE POMBOS cria uma espécie de jogo de espelhos que traduz bem a imponderabilidade do personagem John Le Carré.
O editor, professor e crítico de teatro Jacó Guinsburg desfia suas memórias nesse documentário austero de Evaldo Mocarzel
O documentário VERSUS faz um retrato suave de Ken Loach, o cineasta mais engajado da Grã-Bretanha. De graça na plataforma Sesc Digital.
Uma exposição brasileira na Inglaterra da II Guerra tem sua história levantada no excelente documentário ARTE DA DIPLOMACIA.
OTHELO, O GRANDE: Por meio de cenas icônicas do ator em palcos e telas, tomamos conhecimento dos vários Otelos que conviviam em seu corpo miúdo.
Marise Farias soube equilibrar sua enunciação pessoal com o resto do material, sem deixar que o documentário se tornasse um mero exercício de admiração filial.
O CORO DO TE-ATO relembra a caravana de Zé Celso que afrontou a ditadura. EU SOU MARIA dramatiza a discriminação a bolsistas em escolas privadas.
As memórias dos bailes soul em BLACK RIO! BLACK POWER! e de uma indígena desgarrada em YÃMÎ YAH-PÁ – FIM DA NOITE.
DOIS SERTÕES flagra Geraldo Sarno (1938-2022) às voltas com o processo de filmagem e com as bases filosóficas que alimentavam sua criação.
RIO DA DÚVIDA no Festival do Rio: a expedição Rondon-Roosevelt é revivida pelo talento do cineasta Joel Pizzini.
Considerando a extensão da obra de Nelson e a necessidade de um recorte, só podemos nos deleitar com essa síntese feita com carinho e admiração.
Como construir uma vida orlandesca, pergunta-se o diretor de ORLANDO, MINHA BIOGRAFIA POLÍTICA. Sua opção é buscar uma narrativa coletiva que contemple as inúmeras “estações” da mudança de gênero.