Sobreviventes, Deus, cães e um intruso na elite
Minhas notas sobre os filmes A SOCIEDADE DA NEVE, O NOVÍSSIMO TESTAMENTO, DOGMAN e SALTBURN.
Minhas notas sobre os filmes A SOCIEDADE DA NEVE, O NOVÍSSIMO TESTAMENTO, DOGMAN e SALTBURN.
A premiada peça ALDEOTAS, de Gero Camilo, ganhou versão cinematográfica muito esperta e cuidadosa. Está na plataforma gratuita Sesc Digital até 7/1.
Minhas notas sobre MAESTRO e GODZILLA MINUS ONE.
O PAÍS DA PORNOCHANCHADA traz de volta cenas capazes de nos divertir ao mesmo tempo que nos constrangem. DIÁRIO DE UMA ONÇA é curioso exemplar brasileiro de “mundo animal”.
É bem provável que a maioria de nós saia de PACIFICTION sem perceber muito bem o que se passou. No entanto, como é bonita a viagem!
Um casal em disputa por visibilidade faz uma ilustração extrema das perversões da vaidade contemporânea em DOENTE DE MIM MESMA. Na plataforma Mubi.
O documentário GAZA fornece um retrato daquele pequeno pedaço do mundo em 2018, quando os escombros ainda não eram a maior parte da paisagem.
Os dois primeiros filmes de Paulo César Saraceni tematizam programação comemorativa na Cinemateca do MAM-RJ com doc inédito. A Netflix estreia documentário sobre Sylvester Stallone.
Sergio Moriconi escreve sobre ALMA VIVA, “um dos mais belos filmes portugueses dos últimos anos”, e desvenda a triste sorte dos imigrantes lusitanos na França.
Candidato certo a uma indicação para o Oscar de documentário, O TÚNEL DE POMBOS cria uma espécie de jogo de espelhos que traduz bem a imponderabilidade do personagem John Le Carré.
Minhas anotações sobre os filmes DAVID CONTRA OS BANCOS e LOBO CÃO.
Enfim, um grande filme. Indicado ao Oscar pelo Irã, TERCEIRA GUERRA MUNDIAL é uma parábola magnífica sobre a transformação de um Zé Ninguém em carrasco, tendo o cinema como vilão. Gratuito na plataforma Sesc Digital.
O documentário VERSUS faz um retrato suave de Ken Loach, o cineasta mais engajado da Grã-Bretanha. De graça na plataforma Sesc Digital.
Pinochet é um vampiro às voltas com a ganância da família e a “ingratidão” do Chile em O CONDE. A fábula gótica de Pablo Larraín é inquietante, embora também um pouco óbvia e caricata. Na Netflix.
O filme de Eva Vitija revela não só o universo de uma grande escritora, para quem a literatura era “um substituto de vida”, mas também de uma época. Resenha de Paulo Lima.
ANDANÇA tem o mérito inegável de trazer a público os materiais coletados por Beth Carvalho com sua câmera. CAFI esboça o caráter de um dos fotógrafos mais amados pelos artistas brasileiros.
Notas sobre os filmes O ACIDENTE e CORDIALMENTE TEUS
Notas sobre os filmes PASSAGENS e RAQUEL 1:1
“Eu me filmo, logo existo”. AZNAVOUR POR CHARLES conta a vida de um homem que queria ver/filmar tanto quanto era visto, ouvido e admirado.
DEPOIS DE SER CINZA é um curioso drama relacional passado entre o Brasil e a Croácia. Tem muitas qualidades a contrapor a um certo esvaziamento dramático. No mesmo artigo, uma nota sobre 7 CAIXAS, uma joia do cinema paraguaio.
AS QUATRO IRMÃS é capaz de encantar com a dinâmica da família de Vera Holtz, a verve de um diretor criativo e a imersão na personalidade de uma grande atriz.
ATÉ AMANHÃ no Irã atual e BLUE JEAN na Inglaterra de 1988: o ultraconservadorismo é para ser assimilado ou enfrentado?
A plataforma gratuita SESC Digital está disponibilizando até 13 de agosto os três documentários realizados por Evaldo Mocarzel, entre 2002 e 2008, com pessoas à margem da sociedade dita organizada. Reproduzo abaixo os textos que produzi sobre cada um dos filmes em suas respectivas épocas.
Notas curtas sobre a série O CASO ESCOLA BASE e o longa A ESPERA DE LIZ.
DIREITO DE SONHAR é um filme forte e comovente ao reunir a infância e a arte como antídotos à realidade dura de uma cidade que há muito deixou de ser maravilhosa.
Notas sobre os filmes LA PARLE e THE LUNCHBOX.
Um diretor estadunidense consegue escapar às piores armadilhas do favela movie em PACIFICADO, filme premiado no Brasil, em Cuba e na Espanha.
DE HUMANI CORPORIS FABRICA não está interessado em dramaturgia, nem tampouco em esclarecimento científico. A abordagem está entre a tecnicalidade médica e a experimentação visual de mau gosto.
Em duas horas e meia de louvor à sororidade e à tolerância, com um apetite cinematográfico fora do comum, A VOZ DO EMPODERAMENTO justifica a admiração generalizada pelo cinema popular de Mumbai.
Talvez haja uma leveza exagerada na forma como A GAROTA RADIANTE pinta o início do Holocausto na comunidade judia da França. O foco na eufórica Irène não justifica que tudo o mais fique tão desdramatizado e tangencial.