Música amarga
A VOZ SUPREMA DO BLUES passa uma visão amarga de como o racismo fazia os negros de antigamente se voltarem uns contra os outros perante a indiferença e a exploração dos brancos.
A VOZ SUPREMA DO BLUES passa uma visão amarga de como o racismo fazia os negros de antigamente se voltarem uns contra os outros perante a indiferença e a exploração dos brancos.
CRIP CAMP consegue a proeza de nos fazer rir e sentir à vontade diante da imagem de pessoas que se movem e se comunicam com enorme dificuldade, mas se mostram capazes de grandes conquistas.
O afegão “O Orfanato” é uma das atrações da nova plataforma de streaming Supo Mungam Plus.
Com toda sua cafonice assumida, A FESTA DE FORMATURA satiriza a canastrice da Broadway, o oportunismo de astros em decadência e o conservadorismo da América profunda.
NUNCA RARAMENTE ÀS VEZES SEMPRE talvez seja o filme mais “romeno” já feito nos Estados Unidos.
Meus filmes preferidos em 2020 num contexto de crise.
A MULHER QUE FUGIU, de Hong Sang-soo, faz um sutil comentário sobre relacionamentos, política sexual e diversidade feminina.
Notas sobre COLECTIV, AMARELO – É TUDO PRA ONTEM e SOUL – UMA AVENTURA COM ALMA
As personagens de PEQUENA GAROTA e GIRL podem ser vistas como uma só em duas fases da disforia de gênero.
CANÁRIO é uma boa comédia dramática queer com vibe musical ambientada no militarismo sul-africano da época do apartheid.
No documentário SEM DESCANSO, um bárbaro assassinato serve de mote para uma discussão sobre os fatores éticos e étnicos envolvidos na violência policial.
Entre a Nigéria e São Paulo, CIDADE PÁSSARO tece um trama misteriosa sobre a fraternidade e se distingue pela linguagem refinada.
Uma síntese do abandono, dos riscos e da luta pela Cinemateca Brasileira em 2020.
MANK é verborrágico, empostado, exibicionista… E sem alma.
Notas sobre POETISA e BENJAMIM ZAMBRAIA E O AUTOPANÓPTICO, exibidos na mostra paralela online do Festival de Brasília.
Documentário sobre Mario Carneiro ilumina o Festival de Brasília.
Festival de Brasília abre sem público presencial mas com muitas atividades online. Confira a programação e a resenha do documentário POR ONDE ANDA MAKUNAÍMA.
A fascinante história de Pierre Cardin e uma infernal fábrica de tecidos na Índia trazem imagens contrastantes da indústria de roupas no Festival Internacional de Documentários de Moda.
Bianca Dias oferece uma visão psicanalítica do cinema de Coutinho e fala da Ocupação.
Documentário MARIA LUIZA aborda o primeiro caso de uma mulher transgênero nas Forças Armadas brasileiras.
OS SONÂMBULOS faz um retrato potente e desesperançado desses tempos sombrios e seus destroços. Texto de Paulo Lima.
OS QUATRO PARALAMAS é um filme sobre o tempo que deleta cabeleiras, deixa grandes traumas pelo caminho, mas não abalou em nada a união desses brothers.
Uma coincidência causou simultaneidade parcial entre duas mostras online de cinema russo e soviético.
Embora não desenvolva dramaticamente seus conceitos a contento, MULHER OCEANO expõe a beleza e a graça de Djin Sganzerla, bem como a sedução de um filme muito bom concebido em matéria de som e imagem.
Juntos até o fim, Hector Babenco e Barbara Paz transformaram sua união em um filme dolorido que procura converter a dor em doce obra de arte.
Com SERTÂNIA estreando em cinemas, Geraldo Sarno combina magistralmente a tradição moderna e uma visualidade contemporânea.
SOLDADO ESTRANGEIRO faz um estudo observacional de três jovens brasileiros que se integraram a exércitos estrangeiros.
Documentário sobre episódio da ditadura conhecido como Operação Camanducaia deixa o alerta para um país que hoje volta a negar futuro para suas próximas gerações.
Marcélia Cartaxo carrega “Pacarrete” nas costas franzinas e, apesar de carências e excessos do roteiro e da direção, deixa mais uma performance inesquecível.
De maneira talvez involuntária, CADÊ EDSON? acaba retratando a miopia política que afeta alguns ditos “movimentos sociais” de caráter disruptivo e incapazes de enxergar para além de suas pautas imediatas.