Tardes de julho

Ontem, ao cabo de quase uma semana dentro de casa, saí pela primeira vez depois da cirurgia. Levei meu joelho para a primeira sessão de fisioterapia. Enfiei a cara na tarde como um preso posto em liberdade. As tardes no Rio nunca são tão agradáveis como entre maio e julho: luz filtrada, sol amável, ar leve, carícia de frio na pele.

Mesmo arrastando a perna como um pato manco, deixei a clínica e rumei, ávido, para o cinema. Fui ver Paris, em vários sentidos. Que cidade linda, que elenco fabuloso, mas que roteirozinho desarticulado e desinteressante armou dessa vez o Cedric Klapish, que tanto me encantou com Albergue Espanhol.

Não, este post não é para falar de cinema. É, sim, para comemorar meu retorno à rua. Limitadíssimo, por enquanto, mas suficiente para lembrar na pele como são bem-vindas as tardes de julho.  

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