O homem de Virginia

Não estou bem certo se O JARDIM DAS AFLIÇÕES pode ser chamado de um filme. O fato de estar sendo projetado numa tela não é suficiente quando falta qualquer laivo de invenção, método ou revelação. Sob o pretexto de um documentário sobre Olavo de Carvalho na intimidade de sua casa (na Virginia, EUA) e de suas ideias, Josias Teófilo criou apenas um veículo subserviente para o escritor “vender” seu livro homônimo, seus cursos e sua vaidade livresca exposta em infindáveis tomadas de estantes abarrotadas.

Algumas cenas canhestras de aconchego familiar tentam mostrar o lado humano do personagem, mas o que prevalece mesmo é a imagem da família e do diretor ouvindo, embevecidos, Olavo desfiar generalidades filosóficas na sala de estar.

Quando sai do campo das generalidades, as coisas ficam ainda mais difíceis de engolir. Para Olavo, o estado é um mero controlador de individualidades, já que ele não aprova qualquer função social dos governos. Sua peroração sobre a “revolução cultural” que a esquerda teria realizado no Brasil com a parceria das universidades e da mídia atinge a esfera da paranoia delirante. A noção de que o mundo está dado como natureza e nada resta a fazer, pois tudo o mais seria controle e imposição, cai bem como ideologia de defesa do status quo capitalista.

A câmera impassível e submissa de Josias Teófilo ouve a tudo como se fosse a palavra de Deus. Mesmo no campo das ideias, o filme tem dificuldade em fornecer uma síntese, por exemplo, da oposição de Olavo à tal “tirania do coletivo”, conceito que nomeia a primeira das três partes. A ilustração das falas sobre poder com imagens anódinas de Brasília é o cúmulo da preguiça, assim como as cenas de “Limite”/Mario Peixoto coladas a um texto de Ortega y Gasset insinuam uma conexão para além de qualquer entendimento racional ou poético.

Se essa visita ao ideólogo conservador fornece algum insight é sobre a admiração dele pelo Tio Sam. Sua reverência aos marcos da Guerra Civil Americana na região onde mora (“Aqui a gente sente que tem História”) e a admiração pelas armas e os westerns poderiam ter inspirado o documentário no rumo de uma paródia de gênero. Mas aí seria um filme.

63 comentários sobre “O homem de Virginia

  1. Caro Carlos Alberto,

    Seu artigo é um modelo a ser seguido. Para tentar provar minha tese, criei uma nova versao do mesmo artigo, mostrando que, de tao generico, pode ser aplicado a qualquer situacao. Entrarei em contato com os desenvolvedores do gerador de lero-lero para ver se criam uma versao para criticas. Aguardo seu feedback!

    “Não estou bem certo se “O homem de Virginia” pode ser chamado de um texto. O fato de estar sendo projetado desde uma tela de computador não é suficiente quando falta qualquer laivo de invenção, método ou revelação. Sob o pretexto de uma critica sobre o documentário sobre Olavo de Carvalho na intimidade de sua casa e de suas ideias, Carlos Alberto Mattos criou apenas um veículo subserviente para difamar Josias Teofilo, acusando-o de ajudar o escritor a “vender” seu livro homônimo, seus cursos e sua vaidade livresca exposta em infindáveis tomadas de estantes abarrotadas.

    A escrita invejosa e tomada de cliches de Carlos Alberto Mattos julga tudo como se fosse a propria palavra de Deus. Mesmo no campo das ideias, o texto tem dificuldade em fornecer uma síntese, por exemplo, da oposição de Olavo à “tirania do coletivo”, conceito que nomeia a primeira das três partes. A tentativa de atacar o filme, usando de linguajar pedante, como “as falas sobre poder com imagens anódinas de Brasília” é o cúmulo da preguiça, assim como as criticas sobre as cenas de “Limite”/Mario Peixoto coladas a um texto de Ortega y Gasset evidenciam uma burrice para além de qualquer entendimento racional ou poético.”

  2. Vê-se que além de não ter entendido o filme, ficou muito claro no seu texto, a inveja é tão gritante que chega a ser patética. E realmente os desafetos do Olavo, aqueles que o odeiam sem ao menos conhecer ou ter coragem de ouvir uma aula sequer, vão colocá-lo em foco, mais ainda. E como sempre é muito engraçado como o brasileiro fala do que não conhece, acha que tem propriedade para falar de uma pessoa que mal conhece. Nada como tentar colocar alguém para baixo quando não consegue superar, sinônimo de inferioridade.

  3. Definitivamente o ser humano contaminado com a ideologia marxista, ou melhor, com a cultura marxista não consegue, mas de maneira alguma, analisar o que quer que seja sem o viés que o norteia.

    • Não têm coragem, disposição, bagagem cultural p/ criar espaços públicos de crítica e discussão; por isso tomam de assalto espaços alheios? Fato é q fora essa ilusão de ativismo em blogs alheios não produzem absolutamente nada digno de ser visto, lido, nem seguido por ninguém, seja nas ruas, nas universidades, nas redes. Seria bom que a turma do jardim de infância deixasse a preguiça de lado e construísse suas críticas e reflexões entre pares. Veriam como pode ser positivo viver no mundo real, com recursos próprios.

  4. Por fim um comentário sensato! Se Olavo de Carvalho e seu fã clube não gostam de comunistas então é simples assim, parem de bombardear espaços alheios e criem seus próprios espaços de discussão ! Por que será que precisam manter essa verdadeira ocupação hein? Falta de espaços próprios de discussão? Por favor, nos deixem em paz! Não farão falta! Divulguem o filme como bem entenderem em seu fã clube mas parem de ocupar espaços que definitivamente não lhe pertencem!

    • Curioso como os “defensores da liberdade” diante da falta de argumentos reivindicam a “propriedade” de determinados espaços para ficarem imunes à opinião contrária…

    • Eles “bombardeiam” e “ocupam espaços” dos comunistas porque se assim não o fizerem deixam que apenas os comunistas invadam e ocupem os espaços alheios divulgando suas ideias. Quem invadiu espaços do outro primeiro não sei, mas isso vai durar muito tempo.

    • Para de chorar. Para de querer censurar. O crítico esquerdalha fez sua crítica, deixou aberto o espaço para comentários e eis aqui a repercussão. Pode apagar a vontade. A contra revolução Cultural apenas começou. A esquerda está enferma e é só questão de tempo para morrer.

      Só vale opiniões favoráveis q vcs querem ouvir???? Chega de esquerdismo nesse país

  5. Carlos Alberto Mattos, nunca li nenhum de seus artigos, mas só em saber que você é aquele que criou o manifesto dos críticos a favor dos cineastas que se retiraram do Cine PE e que escreve “ideologia de defesa do status quo capitalista”, ja se sabe que é comunista.
    É fato notório que Olavo de Carvalho repudia e ataca os comunistas, e o faz com conhecimento de causa, pois, já participou e comungou das idéias de esquerda. Pelos seus comentários tentando desqualificar o Josias, dizendo “A câmera impassível e submissa de Josias Teófilo ouve a tudo como se fosse a palavra de Deus”, ué, quando um diretor quer filmar algo nada melhor do que filmar direito, sinal de que o Josias fez seu trabalho com dedicação e amor, também quis desqualificar o Olavo de Carvalho, dizendo que é vaidoso, ora, um senhor de 70 anos, que tem a capacidade e a bagagem cultural que ele tem acho que não se trata mais de vaidade, e sim de querer passar essa bagagem e mostrar o que ele acha certo ao máximo de pessoas possível.
    Quanto ao argumento de colocar em dúvida se a película é ou não um filme eu fico com o Aurélio: Filmar;
    Reproduzir, pela fotografia, em película cinematográfica, pessoas ou coisas em movimento.
    Sim realmente a pelicula, O Jardim das Aflições é um filme!

  6. Bem, pela mostra dos comentários “a favor do filme” já deu para se ter uma ideia de quem é o “sujeito ídolo” do filme. Se o ídolo espelha seus admiradores, agradeço o crítico. Não vou perder meu tempo

  7. Mas vem cá, esse tal de carlos alberto mattos pode ser chamado de crítico? Dá pra ver que não! É só um idiota com despeito.

    • o crítico é aquele que consegue se despir de suas convicções e realizar uma análise desapaixonada do objeto de sua contemplação, ao usar o termo “Status Quo do Capitalista” ele já se deslegitima como crítico, pois evidência que sua análise está carregada se sentimento “Partidário”.
      mas ele é tão incapaz que não percebeu que cometeu essa “gafe” enquanto escrevia…

  8. Em primeiro lugar, quem é Carlos Alberto Mattos? Eu ainda não assisti, paguei 55,00 e vou dia 07/06 com uma alegria gigante no peito. Um filme feito com coração por pessoas boas, que importa o lado da moeda que elas representam Carlos? Onde está o valor da arte, dos angulos, do texto, da trilha sonora e da narrativa? Continue batendo que a massa cresce! Quem sabe não fazem O imbecil coletivo, esse é a sua cara!

  9. Na minha opinião, diferentemente de como o Carlos Mattos viu o filme, a questão da consciência individual não é em si mesma uma defesa do liberalismo e um ataque a qualquer modelo de Estado – sobre Estado, no que realmente aparece no documentário, o comentário sobre a “liberdade individual” foi pacífico e independente de ideologia política; a dicotomia entre “estamento burocrático x povo” foi uma reflexão digna mesmo da Esquerda; e a Revolução Gramsciana tem mesmo um tom conspiratório bem pouco eficaz, mas não deixa de descrever algo do Brasil. Mas a consciência individual que o filme traz supera essa discussão: não serve para que o filme seja esfregado na cara de petistas em favor de coxinhas, serve para que o filme seja esfregado na sua própria cara. É a reflexão de Ortega y Gasset sobre o náufrago: antes de querer mudar o mundo, a própria consciência de uma coletividade parte da sua própria individualidade, que deve ser cultivada para as questões mais básicas da existência sem aquela fratura entre pensamento e vida que hoje em dia, quase que por ressentimento de privacidade, ninguém se preocupa em resolver. Que o Carlos deixe isso de lado para ver o filme sob o peso da rinha entre Direita e Esquerda me parece um fracasso de fazer injustiça a um documentário sem se deixar influenciar por preconceitos.

  10. Não entendo essas pessoas que dizem que o Carlos Alberto é um crítico ruim e mesmo assim vem aqui destilar o seu ódio. Se vcs acham que ele é realmente ruim, prq leem e se importam em escrever na coluna dele?
    Eu só leio matérias e opiniões de pessoas que eu acho relevantes.

    • essa autofagia literária destruiu a arte e senso crítico brasileiros, como você pode entender e criticar com propriedade se você não procura ler e entender os que lhe são contrários?

  11. Esta “crítica” é que não pode ser chamada de crítica. Além de pessimamente escrito, este libelo é tão só e unicamente o espasmo ideológico de um analfabeto funcional.

    • Me desculpe, mas se o Carlos Alberto se Matos não fosse bom e reconhecido pelo seu bom julgamento e texto- você não se e como daria de escrever um comentário tão ofensivo. Entendo que você não concorde com o pensamento dele mas daí a ofender a capacidade profissional é muito errado. Perdeu a razão ao invés de fazer o seu ponto de vista ouvido.

      • Pela sua lógica, tbm se o filme do Olavo não fosse um filme, e dos bons, o tal crítico não teria se dado ao trabalho de escrever resenha.

      • Chupa a resposta do Juca Gadanha Gustavo.. iahuauihuaiuahiiuhuihauihuiuiiuaa

  12. Na sua opinião o filme é ruim e tendencioso, então qual é o problema de ele ser exposto numa mostra de cinema, o crescimento se dá através da exposição de ideias, você pode refutar ao seu gosto como fez agora sem problemas, o problema está em tentar boicotar o filme feito uma criança que não sabe brincar.

  13. Único. Claro q não é um filme. E um dicumentario da mais alta qualidade com o unico homem que da a cara a tapa sobre toda a porquisse que está acontecendo. Pela primeira vez na minha vida, ao término, a plateia levanta e aplaude sem vontade de parar… Q critica infeliz, que desserviço.. .

  14. Então quer dizer que nada lhe agradou no documentário ? Isso não é uma crítica, mas sim ódio despejado sobre um filme que “não deveria existir”, e que agora “não pode nem ser chamado de filme”.

  15. Usou “status quo capitalista “, já sei que é mongolão (parafraseando Alexandre Borges)

    • Você é crítico de cinema né?! E vem cá, te pagam pra fazer isso ou vc que paga pra criticar? Pq eu tô achando q com essa gigante ‘imparcialialidade’ vc só pode ter pagado pra criticar, até o ponto onde seja minimamente conhecido, aí então passa a receber pra criticar oq n agrada aos seus benfeitores.

      • Se bem q qdo o sujeito cai no estereótipo de direita e esquerda, e coloca seres humanos em pacotes pré -fabricados, ele n precisa nem pagar nem receber, destila críticas de graça mesmo.

    • Então começa pelo seu texto. Não só pelo conteúdo ofensivo, mas por faltar verdade, lógica e crítica isenta de partidarismo ideológico.

  16. “Não estou bem certo se O JARDIM DAS AFLIÇÕES pode ser chamado de um filme.”

    Eu dei uma pesquisada rápida – o que seria suficiente se o autor fosse realmente alguém importante e que tivesse produzido bastante coisa de valor – e não achei nada sobre o autor desse texto. Apenas textos desse mesmo blog e outras coisinhas. Mas imagino que ele produza muitos “filmes”, e os chamem assim.

    “…sua vaidade livresca exposta em infindáveis tomadas de estantes abarrotadas.”

    Senti uma ‘pontinha’ de inveja aqui. Talvez por não ter a capacidade de ler 1% do que há ali, ou por não ter condições de montar uma biblioteca tão vasta – talvez não saiba nem por onde começar, não é?!

    “Algumas cenas canhestras de aconchego familiar…”

    Às vezes me esqueço de que pessoas como o autor dessa pérola odeiam família. Deve ser trauma de abandono, mas… cada um com seus problemas.

    “…generalidades filosóficas na sala de estar”

    O autor deve ter muito conhecimento no campo da filosofia a ponto de soltar esse ‘flato’. Mas não encontrei nada a respeito. Também!

    “Para Olavo, o estado é um mero controlador de individualidades, já que ele não aprova qualquer função social dos governos.”

    Se você é de esquerda é muito, mas muito difícil explicar isso. É como explicar geometria a uma barata.

    “Sua peroração sobre a ‘revolução cultural’ que a esquerda teria realizado no Brasil com a parceria das universidades e da mídia atinge a esfera da paranoia delirante.”

    Que isso?! Ou você é canalha, ou é burro! O seu manifestinho é a prova disso.

    “…cai bem como ideologia de defesa do status quo capitalista.”

    “Defesa do status quo capitalista”!! Eu tive que parar aqui! Depois de “defesa do status quo capitalista” você teria que me provar que não é um retardado mental para que eu pudesse prosseguir lendo qualquer asneira aqui.

    Ok. Você conseguiu umas visualizações no seu bloguinho. Aproveite os minutos. Logo ninguém mais vai saber quem é Carlos Roberto Mattos, ou saber sobre seus filminhos insignificantes que ninguém conhece, mas deve ter “aquela” qualidade de cinema brasileiro bancado por estatais – que por sua vez são bancadas por mim e outros que realmente trabalham e produzem riquezas nesse país.

  17. Texto péssimo, mal escrito, erros gramaticais grotescos e, como não poderia deixar de faltar, infestado de cacoetes esquerdistas típicos de semiletrados que foram para Universidade aprender a repetir chavões. Contudo, o esforço do autor para fazer sua “crítica” parecer apenas técnica adquire, no decorrer do texto, um tom lúdico que passa a ser ainda maior quando se lembra que o símio mora em uma localidade onde o filme se quer estreou.

    • Cuidado!!!!! Esse Carlos Mattos é democrático. Fidel Castro é um dos seus heróis, e ele vai fuzilar seu comentário e jogar na vala reservada aos opositores.

  18. O texto é um retrato da esquerda… Um animal próximo da morte em agonia, lutando pela sobrevivência… Como bem dito acima, seria melhor dizer logo que odeia o olavo…

  19. Não sei se um dia haverá um outro Olavo de Carvalho, mas suas marcas serão eternas. Olavo sempre teve razão.

  20. Cheguei a uma conclusão óbvia ao fim do texto:
    O autor nunca assistiu documentários sobre uma pessoa. Nenhum. Nada. Nao viu. Crumb? Nunca ouviu falar… Portanto, não tem capacidade para determinar o que é um documentário.
    No geral, só opiniões sem embasamento. Seria mais fácil dizer que odeia Olavo de Carvalho.
    Não se trata de um intelectual que enfrenta outro no campo das ideias. Não é o caso, já que mesmo o simulacro de citações no estilo do mestre é completamente artificial.

    • Ah claro, ele é só um dos “fundadores” do maior festival de documentários da América latina, décadas dedicadas a estudar o documentário brasileiro e mundial, com inúmeras publicações sobre o assunto, com passagens pelo O Globo e outras mídias, etc… mas claro, ele não sabe o que é um documentário, pq quem sabe é vc. ahahhaahahah mediocridade tem sobrenome: Vieira

      • Ora, ora, ora… então ele já foi empregadinho da globo golpista? Não diga! E você, o que acha do juiz Sérgio Moro? Professor, escritor e magistrado. Fez mestrado e doutorado. Especialista em crimes financeiros. Diversos artigos, livros, condecorações e prêmios. Reconhecido nacional e internacionalmente. E aí? Me diz qual seu parecer sobre um homem com tantos cursos, títulos e reconhecimentos?

  21. Esse texto parece que foi escrito antes mesmo de ver o filme. Sua opinião tem o mesmo valor do tempo que levou para formula-la.
    Ta na cara que um documentário sobre che guevara lhe cairia melhor.

  22. Nunca ouvi falar no escritor que escreveu esta “critica. É mais um desconhecido frustrado puxa saco de ideologias marxistas mastodônticas. Tudo o que ele diz prova e bate o martelo que Olavo esta coberto de razão. Só resta o choramingo dessa patota de esquerda que vê seu mundinho vitimista ser desmoronado. Chora muito!

  23. Você apenas desdenha do fato de Olavo provar que a esquerda domina as universidades e a mídia, não refuta em nada.
    Muito vazio sua publicação, só desdenhou mas não desconstruiu.
    Só no Brasil que desconhecer um assunto se torna argumento intelectual.

  24. Só se enxerga o que se conhece, e vc demonstrou que nada sabe da vida nem de arte. Vc cabe dentro do primeiro capítulo e nem consegue perceber.

  25. Que consciência cega e limitada está a sua, nobre Carlos. Faça jus ao que você tem de melhor e não se esconda do teu espírito. Você pode mais, irmão. Um abraço.

  26. o fato de você ter redigido um BOICOTE ao filme no maior festival de pernambuco, só mostra que a “paranóia” de mestre olavo está mais que certa sobre o domínio da esquerda sobre as universidades, cinema, etc.

    mais uma vez OLAVO TEM RAZÃO.

    #paz

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