Uma mulher no holocausto bósnio
Radiografia ficcional do massacre de Srebrenica, QUO VADIS, AIDA? concorre ao Oscar de filme internacional. A denúncia da selvageria sérvia e da inércia global repercute com agudeza e vitalidade.
Radiografia ficcional do massacre de Srebrenica, QUO VADIS, AIDA? concorre ao Oscar de filme internacional. A denúncia da selvageria sérvia e da inércia global repercute com agudeza e vitalidade.
BELA VINGANÇA é um thriller de efeito para o novo feminismo que avassalou Hollywood. Concorre a 5 Oscars e ainda não está no streaming brasileiro.
Prosseguindo com os filmes concorrentes ao Oscar, comento JUDAS E O MESSIAS NEGRO e OS 7 DE CHICAGO, cujos enredos se entrecruzam brevemente.
NOMADLAND fabula com melancolia sobre uma geração de americanos que caiu no conto do neoliberalismo.
A ÚLTIMA FLORESTA combina diferentes registros com naturalidade e em evidente harmonia com os parceiros indígenas.
Bom exercício de agenciamento de antigas imagens de cinema para retratar uma personagem de história inconsistente.
As imagens de um mistério, por Paulo Lima.
Frank Zappa, revolucionário na arte e na vida. Por Paulo Lima.
Edna é um segredo que Eryk Rocha desvenda pouco e aos poucos, pelas frestas de uma narrativa poética.
João Luiz Vieira escreve sobre o curta SEM TÍTULO #7 RARA, de Carlos Adriano.
Em busca do paraíso perdido, por Paulo Lima.
Traidores? Convertidos? Amedrontados? Um filme incômodo, mas necessário.
Para onde foi o ouro coletado pela ditadura?
O puritanismo contra o Dr. King, por Paulo Lima.
Um perfil caleidoscópico do grande ator e diretor pela ótica autoral de Joel Pizzini.
A astúcia dos lobos, por Paulo Lima.
Uma história de insensibilidade oficial e desprezo pelos direitos da mulher, contada em animação “stop-no-motion”.
Uma simpática introdução à figura e ao pensamento do mestre.
A condição sui generis de uma mandatária restringida ao seu lugar de moradia. No Palácio Alvorada, o crepúsculo da democracia brasileira.
Yamandu Costa e Lucio Yanel, artistas peregrinos. Por Paulo Lima.
A história de uma brava mulher na prefeitura de uma cidade destruída.
O criador da segunda mais importante revista semanal americana, quem diria, acabou em Agrolândia.
Um convite a que voltemos aos seus versos burilados e densos, que estão em mais de duas mil canções brasileiras.
Um Gorbachev decrépito, mas astuto e escorregadio como um arenque. Por Paulo Lima
João Cabral e Setsuko Hara no mesmo programa do É Tudo Verdade
Uma peça de acusação que poderia ser usada num julgamento de Trump por crimes contra a Humanidade.
Anatomia de uma repressão, por Paulo Lima.
A história do Teatro Oficina e a devolução das imagens a uma tribo do Mato Grosso
As banalidades de uma conversão, por Paulo Lima
Vavy Pacheco Borges, biógrafa de Ruy Guerra, escreve sobre os documentários moçambicanos do diretor, exibidos no festival.