Infância brutalizada
BEASTS OF NO NATION (Netflix) exemplifica em detalhes lancinantes a situação das crianças-soldado na África.
BEASTS OF NO NATION (Netflix) exemplifica em detalhes lancinantes a situação das crianças-soldado na África.
DIGA QUEM EU SOU (Netflix) levanta ideias intrigantes sobre formação da memória, construção da identidade e responsabilidade familiar. No fim das contas, é uma bela história de amor fraternal.
O espectador é arrastado pela celeridade do ritmo visual e oral para acompanhar a insana jornada multitarefa do protagonista de JOIAS BRUTAS (Netflix).
Dicas sobre bons filmes para ver em casa enquanto os cinemas não reabrem.
Para além das inúmeras qualidades convencionais, O OFICIAL E O ESPIÃO se projeta na atualidade por aludir indiretamente ao Caso Polanski e, no Brasil, sugerir um paralelo com a Lava Jato.
FIM DE FESTA é um filme quase sem trama, sustentado na impressão de veracidade dos diálogos e no manejo de personagens que são pura superfície.
MULHER desfia na tela uma síntese do planeta na pluralidade das fisionomias e experiências femininas.
Cristina Mayrink interpreta Duras em peça-filme sobre as delícias e angústias do ato de escrever.
CEM QUILOS DE ESTRELAS é uma simpática comédia de superação e autoaceitação com alguns diferenciais.
MEIO IRMÃO trata com sensibilidade e uma dose de humor um tema difícil, que é o das relações entre adolescentes em clima de crise.
Os grandes momentos da fotografia brasileira em FOTOGRAFAÇÃO, um documentário revelador e pessoal.
Documentário no Canal Curta! levanta a cortina de sobre a história do casal Hitchcock-Alma Reville
JOVENS POLACAS adota uma forma cubista para evocar as mulheres trazidas do Leste europeu para a prostituição no Rio, no início do século XX.
Jack London é transportado para a Itália em MARTIN EDEN, filme comunicativo mas complexo como parábola política.
Ao tratar da “uberização do trabalho” em VOCÊ NÃO ESTAVA AQUI, Ken Loach nos conforta não com soluções fáceis, mas com as delicadezas que podem surgir mesmo na correnteza das aflições.
UMA VIDA OCULTA me parece o melhor filme de Terrence Malick em muito tempo, no qual sua poética espiritualizada se adequa a um argumento sólido, apesar de não necessariamente original.
DE QUEM É O SUTIÃ? tem algumas gags divertidas em torno da sedução e tira bom partido do cenário natural, mas a graça de sua ideia não se sustenta por muito tempo.
Grande parte do apelo de AS INVISÍVEIS vem do casting excepcional e da direção inspirada, que reúne e nivela atrizes profissionais e ex-moradoras de rua.
O JOVEM AHMED mostra como o fanatismo religioso se combina com as manias pessoais e se converte em neuroses cotidianas.
Em artigo de 2013, Laura Loguercio Cánepa reflete sobre o filme de horror brasileiro e o legado de José Mojica Marins.
Não entendo como o polonês CORPUS CHRISTI chegou até a disputa do Oscar de filme internacional.
Depois de ver o documentário NO CAMINHO DAS PEDRAS, não vamos mais caminhar pela cidade do mesmo jeito.
A animação DILILI EM PARIS é um fascinante passeio pela Belle Époque com mensagem feminista e antirracista.
Os irmãos Dardenne certamente gostariam de assinar o impecável drama sérvio CICATRIZES.
A CHANCE DE FAHIM coloca um pequeno gênio do xadrez contra o sistema de imigração francês.
“O filme de Petra Costa reproduz na tela o essencial da escalada neofascista que há oito meses contemplamos com nojo e horror diariamente renovados”. Texto de Sergio Augusto.
Em VIVER LÁ, a câmera se mantém quase sempre muito afastada, numa postura de observação distante e experimental.
JOJO RABBIT pretende satirizar a bestialidade nazista enquanto constrói seu pequeno conto de tomada de consciência.
FAVELA É MODA mostra que, fora do mainstream branco e rico, não basta ser bonito e se vestir bem. É preciso saber pensar e projetar sua potência.
AÇÚCAR, novo filme de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, mescla gêneros para tratar da herança escravocrata na Zona da Mata pernambucana.