Retrato solene do poeta inútil
Há muita pedra no caminho de quem se dispõe a varrer o chão de Manoel de Barros. Sua poesia, cheia de insignificâncias profundas, pede mão leve e olhar arejado. Sua vida, toda ela virada contra a parede, não rende grandes cenas nem parece abarcar grandes histórias. Joel Pizzini descobriu isso quando tentou fazer um…