De volta ao Amor Selvagem

O Cinesesc vai estrear nesta segunda-feira, às 20:30, o documentário RITO DO AMOR SELVAGEM, que recupera um pouco do que foi o memorável espetáculo homônimo de José Agrippino de Paula e Maria Estela Stockler.

Não vai ter golpe

Mesclando fatos e ficção, LEGALIDADE evoca com brio um momento em que o país, ao contrário de hoje, soube defender a democracia.

Teatro sem preguiça

Um banquete teatral. MACUNAÍMA, UMA RAPSÓDIA MUSICAL, dirigido por Bia Lessa, está em cartaz no Teatro Carlos Gomes a preços populares até 12 de outubro.

Holocausto light?

Em MINHA LUA DE MEL POLONESA, O mau tempo, a gastronomia, a língua, o turismo do Holocausto, o antissemitismo, o vazio demográfico e o apagamento da cultura judaica são motivos de uma duvidosa comicidade.

Laços de sangue

Conto moral sobre a corrupção das tradições culturais pelo dinheiro e pelo poder, PÁSSAROS DE VERÃO promove um encontro engenhoso da etnopoética com a história e o cinema de gênero.

Julieta e Julieta

RAFIKI é um filme ao mesmo tempo ousado e ingênuo. Mantém sua cota de simpatia pela boa química entre as duas atrizes e a atmosfera de leve sensualidade criada em torno delas.

A saída da fábrica

A vulgaridade das personagens de MULHERES ARMADAS, HOMENS NA LATA acaba fornecendo também a sua dose de simpatia e humanidade, numa espécie de reação selvagem do proletariado de saias.